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Navegar é preciso, governar TI também !Governança de TI, COBIT, ITIL, PMBOK, SOX, ISACA. |
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December 12 CIOs devem adotar medidas concretas para sair da criseEnquanto os efeitos da crise começam a aparecer, principalmente na forma de demissões, os CIOs se preparam para algumas mudanças que devem ocorrer em seus departamentos. De forma geral, os orçamentos parecem estar garantidos. No máximo devem crescer menos no próximo ano.
Mas, é difícil achar algum executivo que não esteja esperando alguns impactos decorrentes do colapso do sistema financeiro mundial.
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Ubirajara
October 09 IDC estima crescimento de 15% em TI em 2008Latin America Black Book revela que há grandes oportunidades na região A América Latina representa 3,8% do gasto mundial em TI, enquanto que a região da Ásia Pacífico (excluindo Japão) é a maior com 12,7% do gasto mundial (considerando China e Índia). Apesar do pequeno tamanho da América Latina espera-se um crescimento de quase 15% em 2008, contra 8% da Ásia Pacífico.
Ao fazer uma análise por países, o Brasil é o maior mercado da América Latina, representando mais de 45% dos investimentos totais em TI na região, seguido do México, o segundo maior, com 20%. Ambos têm um ecossistema mais maduro comparado ao resto da região quando se analisa a distribuição de gastos entre hardware, software e serviços e o crescimento dos mercados. O Brasil tem 48% dos seus gastos em software e serviços, já o México cresce abaixo da média da região.
Pesquisa realizada pela IDC mostrou que quase metade das companhias de um total de 454 empresas prefere adquirir uma solução ao invés de equipamentos e serviços de TI de forma separada. De maneira geral, o bom momento econômico vivido pela região tem levado as empresas a buscarem soluções que auxiliem diminuir o tempo de resposta do negócio frente às mudanças do mercado.
A Argentina é o país que deve apresentar o melhor desempenho em 2008 (24,1%), seguido pela Colômbia (19,6%) e Peru (16,4%). O maior crescimento em hardware e serviços também é da Argentina, enquanto que na área de software, Chile e Brasil lideram.As pequenas e médias empresas (entre 10 e 499 empregados) representam 42% do investimento privado em TI (sem governo, educação e consumo), mas têm um crescimento mais rápido que o resto das empresas com mais de 500 funcionários. A demanda não atendida por soluções de hardware e infra-estrutura está impulsionando o crescimento do segmento SMB. É importante notar que essa demanda vem amadurecendo lentamente a cada ano.
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Ubirajara September 11 Acompanhar mudanças é principal desafio para CEOs, indica pesquisa09 de setembro de 2008 - 13h00 Acompanhar o ritmo das mudanças do mercado é o principal desafio de CEOs para os próximos anos, segundo o estudo “A empresa do futuro”, realizado pela Unidade de Inteligência do Economist, em parceria com a IBM. A análise indica que 83% dos entrevistados vislumbram importantes mudanças no futuro, um crescimento de 28% em relação aos resultados da pesquisa do ano anterior. Entre os brasileiros, 68% dos executivos participantes também têm essa expectativa. Apesar de estarem alertas a essa provável transformação, 39% dos CEOs se sentem despreparados para lidar com novos cenários. Eles apontam um gap de 22% entre a capacidade de suas organizações gereciarem mudanças e suas expectativas quanto ao nível de transformações que precisarão administrar. Em 2006, o porcentual era de 8%. Para os executivos latino-americanos, sua habilidade para lidar com as mudanças é 5% menor do que a necessidade que se apresentará nos próximos anos. Além disso, 86% dos participantes da pesquisa planejam mudar seu mix de competências, conhecimentos e recursos. No Brasil, 78% dos executivos entrevistados têm essa preocupação. []s Ubirajara
August 25 Datasul By You ECMPessoal,
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Ubirajara August 13 Pronto para o BPO?Silvia Balieiro, da Info CORPORATE
31 de julho de 2008 As empresas ganham ao dividir com parceiros a responsabilidade pelos processos de negócios.
E o primeiro passo para atingir o sucesso é a troca de informações entre as partes. Segundo Fisher, certa vez um de seus clientes o procurou em busca de digitadores. Depois de conversar e entender o negócio do cliente, Fisher descobriu que o interesse não era ter mais digitadores na empresa, mas melhorar a inclusão de informações no seu ERP. “Nesse caso o melhor a fazer foi usar scanners para fazer o trabalho mais rapidamente e com menor probabilidade de erro”, lembra.
O trabalho de chegar a uma conclusão sobre o que é bom e o que é ruim depende de muitos ajustes e de muita conversa entre as partes envolvidas. “O processo de terceirização, seja qual for, carece de um trabalho a quatro mãos. Só passar a bola não dá certo. Às vezes é preciso até rodar processos dentro do cliente”, diz Hamilton Reis, diretor da ACS, empresa de contact center do Grupo Algar.
A confiança é outro fator-chave. Se a empresa cliente não se sente à vontade para abrir suas informações estratégicas para um prestador de serviços, dificilmente o processo de BPO poderá ser concluído. “Já houve casos em que não aceitamos fechar um contrato porque a estrutura da empresa rejeitava a terceirização. Eles queriam controlar todos os processos. Queriam um body shop e não um BPO”, diz Regis Noronha, diretor-executivo de Novos Negócios da Atento, empresa de infra-estrutura e gestão de contact center.
Se uns problemas não deixam um projeto de BPO ser iniciado, outros obrigam a empresa a voltar atrás depois de tudo concluído. Foi o que aconteceu na Datasul, empresa brasileira desenvolvedora de soft- ware de gestão. Hoje eles têm vários processos terceirizados, entre eles, contabilidade fiscal, contas a pagar e folha de pagamento. No entanto, o BPO do controle de inadimplência, que era terceirizado, precisou ser internalizado novamente. “Depois que já tínhamos terceirizado percebemos que o processo não estava funcionando satisfatoriamente”, diz Ubirajara Maia de Oliveira, CIO da Datasul.
Segundo a IDC, os processos que tendem a ser mais terceirizadas são contabilidade e atendimento ao cliente, com 27% de crescimento até 2011; e RH, com 24% de aumento na adoção. Mas o fato de uma empresa terceirizar um processo, não significa que todas as outras poderão fazer o mesmo. “O ideal é que haja um equilíbrio. O billing da Claro, por exemplo, acho muito estratégico e crítico para entregar a um terceiro”, diz Ricardo Santoro, CIO da operadora, que deixou para terceiros serviços como o help desk.
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