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December 12 CIOs devem adotar medidas concretas para sair da criseEnquanto os efeitos da crise começam a aparecer, principalmente na forma de demissões, os CIOs se preparam para algumas mudanças que devem ocorrer em seus departamentos. De forma geral, os orçamentos parecem estar garantidos. No máximo devem crescer menos no próximo ano.
Mas, é difícil achar algum executivo que não esteja esperando alguns impactos decorrentes do colapso do sistema financeiro mundial.
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Ubirajara
October 09 IDC estima crescimento de 15% em TI em 2008Latin America Black Book revela que há grandes oportunidades na região A América Latina representa 3,8% do gasto mundial em TI, enquanto que a região da Ásia Pacífico (excluindo Japão) é a maior com 12,7% do gasto mundial (considerando China e Índia). Apesar do pequeno tamanho da América Latina espera-se um crescimento de quase 15% em 2008, contra 8% da Ásia Pacífico.
Ao fazer uma análise por países, o Brasil é o maior mercado da América Latina, representando mais de 45% dos investimentos totais em TI na região, seguido do México, o segundo maior, com 20%. Ambos têm um ecossistema mais maduro comparado ao resto da região quando se analisa a distribuição de gastos entre hardware, software e serviços e o crescimento dos mercados. O Brasil tem 48% dos seus gastos em software e serviços, já o México cresce abaixo da média da região.
Pesquisa realizada pela IDC mostrou que quase metade das companhias de um total de 454 empresas prefere adquirir uma solução ao invés de equipamentos e serviços de TI de forma separada. De maneira geral, o bom momento econômico vivido pela região tem levado as empresas a buscarem soluções que auxiliem diminuir o tempo de resposta do negócio frente às mudanças do mercado.
A Argentina é o país que deve apresentar o melhor desempenho em 2008 (24,1%), seguido pela Colômbia (19,6%) e Peru (16,4%). O maior crescimento em hardware e serviços também é da Argentina, enquanto que na área de software, Chile e Brasil lideram.As pequenas e médias empresas (entre 10 e 499 empregados) representam 42% do investimento privado em TI (sem governo, educação e consumo), mas têm um crescimento mais rápido que o resto das empresas com mais de 500 funcionários. A demanda não atendida por soluções de hardware e infra-estrutura está impulsionando o crescimento do segmento SMB. É importante notar que essa demanda vem amadurecendo lentamente a cada ano.
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Ubirajara September 11 Acompanhar mudanças é principal desafio para CEOs, indica pesquisa09 de setembro de 2008 - 13h00 Acompanhar o ritmo das mudanças do mercado é o principal desafio de CEOs para os próximos anos, segundo o estudo “A empresa do futuro”, realizado pela Unidade de Inteligência do Economist, em parceria com a IBM. A análise indica que 83% dos entrevistados vislumbram importantes mudanças no futuro, um crescimento de 28% em relação aos resultados da pesquisa do ano anterior. Entre os brasileiros, 68% dos executivos participantes também têm essa expectativa. Apesar de estarem alertas a essa provável transformação, 39% dos CEOs se sentem despreparados para lidar com novos cenários. Eles apontam um gap de 22% entre a capacidade de suas organizações gereciarem mudanças e suas expectativas quanto ao nível de transformações que precisarão administrar. Em 2006, o porcentual era de 8%. Para os executivos latino-americanos, sua habilidade para lidar com as mudanças é 5% menor do que a necessidade que se apresentará nos próximos anos. Além disso, 86% dos participantes da pesquisa planejam mudar seu mix de competências, conhecimentos e recursos. No Brasil, 78% dos executivos entrevistados têm essa preocupação. []s Ubirajara
August 25 Datasul By You ECMPessoal,
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Ubirajara August 13 Pronto para o BPO?Silvia Balieiro, da Info CORPORATE
31 de julho de 2008 As empresas ganham ao dividir com parceiros a responsabilidade pelos processos de negócios.
E o primeiro passo para atingir o sucesso é a troca de informações entre as partes. Segundo Fisher, certa vez um de seus clientes o procurou em busca de digitadores. Depois de conversar e entender o negócio do cliente, Fisher descobriu que o interesse não era ter mais digitadores na empresa, mas melhorar a inclusão de informações no seu ERP. “Nesse caso o melhor a fazer foi usar scanners para fazer o trabalho mais rapidamente e com menor probabilidade de erro”, lembra.
O trabalho de chegar a uma conclusão sobre o que é bom e o que é ruim depende de muitos ajustes e de muita conversa entre as partes envolvidas. “O processo de terceirização, seja qual for, carece de um trabalho a quatro mãos. Só passar a bola não dá certo. Às vezes é preciso até rodar processos dentro do cliente”, diz Hamilton Reis, diretor da ACS, empresa de contact center do Grupo Algar.
A confiança é outro fator-chave. Se a empresa cliente não se sente à vontade para abrir suas informações estratégicas para um prestador de serviços, dificilmente o processo de BPO poderá ser concluído. “Já houve casos em que não aceitamos fechar um contrato porque a estrutura da empresa rejeitava a terceirização. Eles queriam controlar todos os processos. Queriam um body shop e não um BPO”, diz Regis Noronha, diretor-executivo de Novos Negócios da Atento, empresa de infra-estrutura e gestão de contact center.
Se uns problemas não deixam um projeto de BPO ser iniciado, outros obrigam a empresa a voltar atrás depois de tudo concluído. Foi o que aconteceu na Datasul, empresa brasileira desenvolvedora de soft- ware de gestão. Hoje eles têm vários processos terceirizados, entre eles, contabilidade fiscal, contas a pagar e folha de pagamento. No entanto, o BPO do controle de inadimplência, que era terceirizado, precisou ser internalizado novamente. “Depois que já tínhamos terceirizado percebemos que o processo não estava funcionando satisfatoriamente”, diz Ubirajara Maia de Oliveira, CIO da Datasul.
Segundo a IDC, os processos que tendem a ser mais terceirizadas são contabilidade e atendimento ao cliente, com 27% de crescimento até 2011; e RH, com 24% de aumento na adoção. Mas o fato de uma empresa terceirizar um processo, não significa que todas as outras poderão fazer o mesmo. “O ideal é que haja um equilíbrio. O billing da Claro, por exemplo, acho muito estratégico e crítico para entregar a um terceiro”, diz Ricardo Santoro, CIO da operadora, que deixou para terceiros serviços como o help desk.
July 24 Juntas, Totvs e Datasul deixam multinacionais para trásPor Taís Fuoco SÃO PAULO (Reuters) - As brasileiras Totvs e Datasul, que nesta terça-feira anunciaram o início de discussões para uma possível fusão, poderão desbancar as grandes multinacionais do segmento e fortalecerem a presença de uma companhia nacional como líder do mercado de softwares de gestão empresarial no país. Antigas rivais na disputa pelo mercado brasileiro de softwares de gestão, Totvs e Datasul usaram estratégias semelhantes para crescer diante do avanço das multinacionais do segmento, como a alemã SAP e a norte-americana Oracle, por exemplo. Ambas decidiram ir ao mercado de capitais para captar recursos que financiassem o crescimento. Este se deu, em boa parte, com aquisições nos dois casos. A Totvs, que até então se chamava Microsiga, abriu seu capital no Novo Mercado da Bovespa em março de 2006 e fez compras de rivais importantes, como a Logocenter e a RM Sistemas, além de outras menroes. Já a Datasul, de Joinville (SC), foi para a bolsa em junho do mesmo ano e, desde então, fez 10 pequenas aquisições para complementar a oferta. O analista de software da consultoria IDC para América Latina, Julio Pagani, afirma que "as projeções são bastante boas para o mercado de softwares de gestão no Brasil, especialmente quando se começa a descer na pirâmide", ou às empresas de menor porte. "É um bom momento e, neste sentido, as duas (Totvs e Datasul) são bastante complementares na medida em que uma ataca mais o segmento das pequenas e médias (Totvs) e a outra focaliza mais as grandes empresas (Datasul)", explicou, em entrevista à Reuters. O analista considera que o mercado continua aquecido mesmo para as multinacionais, que chegaram ao país na década de 90, mas ele prevê que se gere "um certo desconforto" pelo fato de o Brasil ter, diante dessa transação, uma empresa nacional líder nesse mercado. "Juntas, elas serão líderes em participação de mercado", afirma o analista. A Totvs tem algo como 18 mil clientes ativos, enquanto a Datasul tinha 3,4 mil no primeiro trimestre deste ano. Em número de instalações, a Totvs já era a líder, seguida de perto pela SAP, em uma pesquisa divulgada em maio deste ano pela Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV). O estudo mostrava que a Totvs respondia por 24 por cento dos softwares de gestão instalados nas empresas entrevistadas, seguida pela SAP, com 23 por cento e Oracle, com 17 por cento. A Datasul representava 16 por cento das instalações. Um relatório da Ativa Corretora afirma que a nova companhia "será cerca de 50 por cento superior à Totvs em termos de receitas e Ebitda, considerando os dados de 2007, e ainda maior observando os dados de 2008, uma vez que a Datasul realizou aquisições relevantes nos últimos 18 meses". Em 2007, a Datasul teve uma receita líquida de 222,6 milhões de reais, enquanto a da Totvs ficou em 439,67 milhões de reais. A questão, para Julio Pagani, é conciliaer as culturas diferentes. "Quando se fala em software, o que se compra são as pessoas, que são o maior ativo dessa indústria. Por isso, o desafio é buscar sinergias e, ao mesmo tempo, manter as pessoas-chave". June 17 Quem não se comunica, se trumbica !
May 20 Pesquisa diz que 66% das empresas já adotaram ITILDois terços das empresas de 14 países implementaram até agora as melhores práticas listas pela biblioteca ITIL. Estudo da Dimension Data, que ouviu 370 CIOs, diz que as sugestões de procedimentos levantadas pela biblioteca britânica é usada por 66% das empresas e domina em relação a outras alternativas.
Embora outros marcos de gestão de serviços de TI apresentem crescimento, o ritmo de crescimento é mais moderado e desfruta de aumento na adesão mais lento que o ITIL, de acordo com a Dimension Data. Scott Petty, diretor de serviços da companhia, destaca que “cada vez mais empresas reconhecem o potencial das metodologias que os ajudam a obter uma maior alienação estratégica entre a área de TI e a de negócios, além de aumentar sua capacidade de empreender projetos de inovação e integrar mais firmemente tecnologia e processos críticos. Entretanto, embora possa ser dito que a tendência afeta a maioria dos modelos de gestão, o estudo também revela que o ITIL “vive um momento de aceitação como padrão”. Se trata de uma alternativa escolhida por mais de 65% dos entrevistados desta investigação. MOF e Six Sigma registram penetração respectivamente de 47% e de 41%. Oscilando entre 28% e 34% aparece estão frameworks como Prince 2, ISO, CMMi, ASL, Cobit e TQM, assim como as das metodologias Super e Agile (menos de 20%). Os CIOs também pontuaram os distintos sistemas de melhores práticas em relação à amplitude, clareza, relevância e aplicabilidade em uma escala de 1 a 5. O ITIL foi o que teve melhor resultado, com média três, segundo o estudo. A Dimension Data aponta que as características particulares do ITIL frente a outras metodologias. Primeiro, as atualizações, seu desenvolvimento e revisões periódicos são dirigidos por um grupo externo de provedores independentes. Também conta com um glossário de termos previamente definidos, reduzindo assim as falhas de comunicação entre diferentes grupos. Finalmente, no exige a adoção de todas as partes da metodologia para que as empresas percebam os benefícios da implementação das práticas. April 16 Microsoft, IBM, Totvs e Datasul, se reúnem pela 1ª vezMicrosoft, IBM, Totvs e Datasul, se reúnem pela 1ª vez 15/4/2008 17:04:00
Cada vez mais necessária para o bom andamento dos negócios de uma empresa, a utilização de tecnologias da informação é o principal tema de discussão do Congresso Governança de TI, que começa hoje no Hotel Blue Tree Faria Lima na capital paulista e vai até amanhã, quarta-feira, dia 16.
Entre os destaques do evento está a reunião de importantes executivos em uma mesa redonda para discutir a maximização do uso da TI e questões referentes ao planejamento estratégico dentro das companhias. Participarão do encontro Cezar Taurion, da IBM; Fábio Cunha, da Microsoft; Wagner Leite, da Totvs; e Ubirajara de Oliveira, da Datasul . Com início marcado para às 16h45, esta é a primeira vez que estas empresas se reúnem para debater sobre um assunto em comum. Além disso, outros CIO de empresas como Gol Transportes Aéreos, ABN AMRO BANK, PricewaterhouseCoopers e General Motors do Brasil, estão na grade de palestras do evento. http://www.adnews.com.br/teste/novo/eventos.asp?Cod_Noticia=67836&Tipo=Eventos []s Ubirajara
April 03 Bi-campeão !!!Amigos,
Nosso projeto foi eleito pela segunda vez consecutiva como a TI mais ligada do país no setor de serviços e tecnologia , e a 5 no geral !!!
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PLANTÃO INFO / 03/2008 / TI Bradesco lidera as Empresas Mais LigadasSegunda-feira, 24 de março de 2008 - 19h21SÃO PAULO - Pelo 6º ano consecutivo o Bradesco fica em primeiro entre As Empresas Mais Ligadas do Brasil. O levantamento, em sua 13ª edição, tem a intenção de fazer uma radiografia dos investimentos feitos em tecnologia e destacar as inovações das grandes empresas. Outras companhias que ficaram em posições de destaque foram Brasil Telecom, Itaú e Pão de Açúcar. A lista completa das 100 Empresas Mais Ligadas do Brasil será publicada na próxima INFO que chega às bancas em abril. As 20 primeiras colocadas você confere na lista abaixo.
1-Bradesco March 18 2ª edição de livro de Governança de TI chega ao mercadoA Governança de TI tem sido um tema bastante discutido em todos os fóruns de estratégia empresarial, uma vez que a Tecnologia da Informação é, de fato, uma das engrenagens mais importantes na criação de valor para os negócios de qualquer organização. No Brasil, este tema tem despertado grande interesse, tanto por parte das organizações quanto dos profissionais e estudiosos das melhores práticas de gestão de TI, o que tem fomentado a geração de várias publicações brasileiras especializadas no assunto. A primeira destas publicações, o livro “Implantando a Governança de TI: da Estratégia à Gestão dos Processos e Serviços”, dos consultores Aguinaldo Aragon Fernandes e Vladimir Ferraz de Abreu, que revelou-se um sucesso editorial no mercado brasileiro de TI (tanto empresarial quanto acadêmico), está chegando agora à sua 2ª edição. Neste livro, os autores abordam, dentro de um modelo genérico, as etapas de planejamento, implementação e gestão de um programa de Governança de TI, abrangendo o alinhamento estratégico da TI ao negócio, o Portfolio de TI, as operações de serviços de TI, o relacionamento com usuários, clientes e fornecedores e a gestão do desempenho da TI, e também analisam de forma bastante didática as características e benefícios de vários modelos de melhores práticas existentes no mercado, aplicáveis aos processos de TI. Entre os destaques da 2ª edição, o livro aborda os frameworks CobiT® (em sua versão mais atual, 4.1) e Val IT®, patrocinados pela ISACA, englobando os domínios de conhecimento necessários para a certificação internacional CGEIT – Certified in the Governance of Enterprise IT. Além disto, a nova edição engloba modelos como ITIL V3, ISO/IEC 20000, CMMI V1.2, eSCM-SP / eSCM-CL, modelos de gestão de portfolio, programas e projetos, ISO 27001 e 27002, entre outros, representando de forma mais clara como eles se inter-relacionam. O evento de lançamento oficial da 2ª edição do livro será no dia 18 de março de 2008, na livraria FNAC da Avenida Paulista, a partir das 19:00h. February 25 Gartner destaca dez tendências mundiais a partir de 2008
Fonte: Gartner February 22 Microsoft abre código-fonte do WindowsOla Amigos,
Algumas pessoas me peguntam sobre as vantagens ter o código fonte aberto dos sistemas que sua empresa utiliza mais a resposta ainda esta longe de um consenso.
Ponto para quem saiu na frente, é uma medida simpática de marketing !!!
No caso da comunidade open source que nasceu assim é um dos motivos do sucesso e da contribuição feita em massa por milhares de desenvolvedores ao redor do mundo.
A industria de software "tradicional" sempre trabalhou de maneira proprietária e pouco colaborativa, e entender que definições do plano de produto e nível de suporte serão "votados" por terceiros será um grande paradigma a ser vencido. Outro caso são os desenvolvimentos e contribuições especificas feitas pelos membros que causarão arrepios as areas de qualidade e entrega dos produtos.
Vamos ver até que ponto realmente estas corporações estão dispostas a transformar seus negócios e ainda assim honrar os compromissos assumidos com seus acionistas e fornecedores.
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Ubirajara
Microsoft abre código-fonte do WindowsPlantão | Publicada em 21/02/2008 às 14h26mAgências internacionais SÃO FRANCISCO - A gigante dos softwares Microsoft anunciou, nesta quarta-feira, que vai abrir o código-fonte do sistema operacional Windows e permitir, assim, o acesso ao DNA da plataforma. A decisão facilita o desenvolvimento de novos produtos e sistemas independentes, a integração dos sistemas de outras fabricantes e cumpre uma das exigências da Justiça Européia, que ameaçou voltar a multar a empresa por práticas monopolistas. Com esta nova estratégia a Microsoft segue tendência liderada pelo Google, que incentiva programadores a desenvolver softwares com base nos aplicativos do portal, e defendida pelos aliados das plataformas abertas, como o Linux. Em entrevista coletiva em Bruxelas, o responsável legal da Microsoft e um dos vice-presidentes da empresa, Brad Smith, comparou o código-fonte "ao DNA" do Windows e disse se trata "da descrição mais precisa e autorizada possível da tecnologia do sistema Windows". January 22 Como ser bem-sucedido na integração pós-fusãoComo ser bem-sucedido na integração pós-fusãoExecutivos brasileiros e norte-americanos contam como lidam com a integração de empresas e suas áreas de TI após um processo de aquisição. Por Clara Maranhão, especial para o COMPUTERWORLD22 de janeiro de 2008 - 08h00
Uma reunião com toda a equipe é convocada às pressas na primeira hora de quinta-feira. O vice-presidente da divisão dá a ótima notícia: a aquisição de uma empresa foi concluída e a integração ocorrerá nos próximos 120 dias. Responsável pela liderança dos projetos de TI, você percebe que terá de reformular suas prioridades. Se sua empresa nunca passou por isso, talvez você nem sequer imagine por onde deve começar. E, mesmo que esta não seja sua primeira fusão, a verdade é que cada situação é única. Apesar de não haver regra para um projeto de integração ser bem-sucedido, alguns líderes de TI compartilham suas experiências e dão dicas de como enfrentar uma situação como esta de modo a garantir seu sucesso. Comece conceitualmente "Gasta-se muito tempo com áreas de negócios para entender como eles pretendem montar os processos e, a partir daí, entender como será conduzida a integração", diz Paulo Franco, diretor de TI da Liberty Seguros. O executivo – que conta com a experiência de nove fusões e aquisições ao longo de sua carreira – está, neste momento, à frente do processo de integração dos departamentos de TI da Liberty e da Indiana Seguros, comprada recentemente. Ele explica que, no caso Liberty-Indiana, o enfoque envolve preceitos de negócios e deve ser baseado nas diretrizes da matriz e na clareza sobre o que quer se manter de bom de cada empresa. "Só a partir desse mapeamento e das definições dos interesses de negócios que se deve permear isso por todas as áreas até chegar aos sistemas", avalia.
"É muito importante entender em que estágio está a empresa adquirida, até para se ter uma idéia de quanto tempo será necessário para assumir a gestão da companhia", explica Fábio Faria, vice-presidente de tecnologia da informação da Votorantim Industrial. Segundo Faria, é nesse momento que se avalia o grau de esforço e de investimento que serão necessários para assumir essa gestão no menor tempo possível. "Não se trata apenas de instalação de sistemas. Por isso, é bastante prudente avaliarmos toda a estrutura antes de fazer previsões", alerta. Conhecida no mercado por seu espírito 'comprador', as aquisições são preocupações constantes para a Votorantim. Porém, graças à unificação e homogeneização de infra-estrutura, dados e sistemas, o conglomerado conquistou mais simplicidade nos processos de integração. Ou seja, com um modelo de gestão baseado em melhores práticas definido para todos os negócios da Votorantim Industrial, o processo de aquisição torna-se mais simples com a possibilidade de replicação do modelo. Foi graças ao projeto Integra (como foi chamada a unificação tecnológica de todos os negócios do grupo) que a Votorantim conseguiu, por exemplo, concluir em cerca de quatro meses a incorporação de uma empresa peruana voltada à manufatura de zinco, na época com faturamento em torno de 350 milhões de dólares. "Havia a necessidade de integrar muito rapidamente", relembra Faria. "Fizemos um alinhamento muito grande de processos e de informações (sem falar de ERP ou sistemas), analisamos os principais gaps e nos dedicamos à adaptação das regras fiscais e tributárias. Os demais processos foram praticamente os mesmos do Brasil." Mesmo assim, o executivo destaca a importância de se evitar a idéia de adotar na empresa adquirida tudo o que se faz na matriz, da mesma maneira. "É importante ter bom-senso. Se houver resistência, o projeto pode ser um desastre. Por isso, é decisivo ter muita humildade, muito critério e sempre buscar um bom acordo", diz Faria. A situação segue esta linha no caso Liberty-Indiana. De acordo com Franco, apesar de grande parte das orientações partirem da matriz da Liberty, nos Estados Unidos, os processos e modelos bem-sucedidos na Indiana devem ser mantidos. Um dos exemplos citados pelo executivo é o cuidado que vem sendo tomado em relação aos canais, especialmente as concessionárias. "Não podemos quebrar o nível de serviço que vem sendo dado até hoje." Avalie os gaps de tecnologia Muitas vezes, a companhia adquirida encontra-se em uma situação muito diferente da que temos na Votorantim no que se refere a PCs, notebooks, links de comunicação, rede local etc..", comenta Faria, explicando que há um check-list de infra-estrutura e de sistemas para garantir que seja possível a incorporação sem a necessidade de upgrades. Tom L. Barnett, diretor de programa de uma grande empresa de serviços de TI norte-americana, onde é responsável pelo gerenciamento de programas de TI para os clientes, compartilha a opinião do VP da Votorantim. "Em geral, peço que um arquiteto-sênior e o engenheiro-chefe de rede me acompanhem em uma visita ao novo local. Quero uma lista dos tipos de tecnologia que o novo grupo possui e do equipamento com que precisaremos trabalhar. Também preciso entender o contexto de atuação da nova empresa", conta Barnett. O executivo destaca também a importância de se mapear os pontos de interação dos dados, as rotas de rede e os ativos (e políticas) de segurança. "A integridade dos dados é o que acaba trazendo mais problemas se não for abordado no início.", avalia Barnett. "Além disso, é uma hora particularmente boa para começar a documentar ou rever a segurança", garante. Em sua opinião, se a empresa adquirida não implementou deliberadamente uma abordagem de segurança formal, então é provável que, ao longo dos anos, suas políticas de segurança tenham sido corrigidas aleatoriamente, sem lógica ou documentação. Organize-se • Rede: Com que locais a empresa adquirida tem de se comunicar? Como se dá esta comunicação? De que locais ela envia e recebe dados? Neste ponto, um engenheiro de rede experiente, capaz de decifrar como os sistemas se comunicam, tem um valor inestimável. Software: Na nova companhia, TI executa quais serviços ou funções de negócio para o cliente? Quais aplicativos são utilizados para financeiro, folha de pagamento, produção, vendas e e-mail? • Dados: Este é um ponto muito importante. Encontre e documente onde todos os dados residem. Quem (e o que) usa cada um dos dados? Qual a freqüência de backup? Como os dados são restaurados em caso de desastre? Quem tem acesso a eles? Que caminhos eles percorrem? O desafio da gestão de pessoas Um dos pontos mais críticos em qualquer processo de fusão ou aquisição está nas pessoas. É preciso ter em mente que, se sentirem ameaçadas, os profissionais provavelmente criarão resistência – o que pode tornar tudo muito mais complicado. "Fusão é gestão de mudanças", esclarece Franco, da Liberty. Para evitar problemas, comece conhecendo sua nova equipe. Quais são os profissionais de TI e suas responsabilidades? Você pode tentar checar com o departamento de recursos humanos, mas provavelmente eles não poderão lhe dizer o que o pessoal de TI realmente faz. Pode ser mais útil – e mais simpático –envolver-se diretamente e entrevistar cada um dos membros da equipe. Assim, além de ter uma idéia do que eles fazem e são capazes de fazer, você terá a chance de conhecê-los como pessoas. Outro aspecto importante apontado por Faria, da Votorantim, é ter uma equipe que esteja muito bem capacitada não só em termos de projetos e tecnologia, mas também preparada para lidar com diversas culturas. "A equipe ideal tem de ser altamente qualificada, multi-cultural e ter habilidade em negociar, se relacionar e buscar o 'ganha-ganha'. Um mal-relacionamento pode complicar todo um projeto", garante. Obviamente, os problemas culturais e de pessoas não estão apenas na área de TI – e tampouco dependem apenas da postura do CIO. Contar com uma boa estratégia corporativa de gestão de mudanças ajuda, e muito. "Os líderes antigos (da Indiana) estão no conselho da nova empresa. Isto significa que as pessoas continuam vendo os mesmos líderes e, assim, sentem mais confiança. Esta postura é decisiva, especialmente no caso de empresas como a Indiana, que tem uma maneira de apaixonar seus funcionários", conclui Franco. []s Ubirajara Maia de Oliveira January 14 The Big Switch: Rewiring the World from Edison to GoogleO departamento de TI morreu?Novo livro de Nicholas Carr prevê que a adoção de utility computing substituirá as instalações de TI atuais. Previsões também são sombrias para os profissionais. Por Network World, EUA14 de janeiro de 2008 - 08h00
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O departamento de TI já morreu e a mudança para utility computing matará esta carreira corporativa. É o que prevê Nicholas Carr em seu novo livro "The Big Switch: Rewiring the World from Edison to Google". Carr é mais conhecido por seu provocador artigo "IT Doesn’t Matter", publicado em 2003 pela Harvard Business Review, no qual afirmou que os investimentos em TI não proporcionavam vantagens estratégicas às empresas porque tão logo uma empresa adotava uma tecnologia nova, seus concorrentes faziam o mesmo. O artigo da Harvard Business Review transformou Carr no inimigo jurado dos fabricantes de hardware e software, entre eles Microsoft, Intel e HP, bem como dos CIOs e de outros profissionais de TI. Com seu novo livro, Carr provavelmente atrairá ainda mais ira destas pessoas. "É improvável que o departamento de TI sobreviva no longo prazo, pelo menos não em sua forma familiar", escreve Carr. "Ele não terá muito o que fazer depois que uma parte expressiva da computação corporativa migrar dos data centers privados para o ‘cloud’. Unidades de negócio e até funcionários individuais poderão controlar o processamento de informação diretamente, sem necessidade de legiões de técnicos." O raciocínio de Carr é que as empresas de utility computing substituirão os departamentos de TI corporativos, assim como as estações de força geridas por fabricantes foram substituídas por companhias de energia elétrica nos primórdios do século 20. Antigamente, as fábricas tinham suas próprias estações de energia, explica Carr. Mas começaram a terceirizar esta função crítica à medida em que as companhias de energia elétrica se tornavam mais confiáveis e ofereciam melhor economia de escala. Carr prevê mudança idêntica com utility computing. Ele admite que as empresas de utility computing precisam promover melhorias em segurança, confiabilidade e eficiência. Mas argumenta que a internet, aliada a hardware e software commoditizados, permitirá que o modelo de utility computing substitua o modelo cliente/servidor de hoje. "Sempre se soube que, teoricamente, a potência de computação, assim como a energia elétrica, podia ser fornecida através de um grid de utilities em larga escala — e que tais dínamos centralizados poderiam operar com eficiência e flexibilidade muito superiores às dos data centers privados dispersos", escreve Carr. Carr cita vários indutores da migração para utility computing. Um deles é que os computadores, os sistemas de armazenamento, o equipamento de rede e as aplicações mais amplamente utilizadas tornaram-se commodities. Ele diz que até os profissionais de TI das empresas estão indistinguíveis. "A maioria executa tarefas rotineiras de manutenção — exatamente as mesmas tarefas que seus pares executam em outras empresas." Carr aponta que a maior parte dos data centers tem excesso de capacidade, com a utilização variando de 25% a 50%. Outra mola propulsora da utility computing é o grande consumo de energia nos data centers, que chega a ser 100 vezes superior ao de outros prédios de escritórios comerciais. "A replicação de dezenas de milhares de data centers independentes, todos utilizando hardware similar, rodando software similar e empregando funcionários similares, impôs severas penalidades à economia", observa Carr. "Levou à sobreposição de ativos de TI em cada setor da economia, reduzindo os ganhos de produtividade que podem advir da automação de computadores." Carr classifica o Google como líder em utility computing. O Google comanda os maiores e mais sofisticados data centers do planeta e os utiliza para fornecer serviços como o Google Apps, que competem diretamente com software cliente/servidor tradicional de fornecedores como a Microsoft. "Se as empresas puderem se apoiar em estações centrais como as do Google para satisfazer todos ou quase todos os seus requisitos de computação, reduzirão os gastos com seus próprios hardware e software. Todo o dinheiro economizado iria para os cofres da Microsoft e de outros gigantes da tecnologia." Outras empresas de TI que Carr destaca no livro por suas abordagens inovadoras de utility computing são: Salesforce.com, que disponibiliza software CRM como um serviço; Amazon, que oferece os Storage Solution Services (S3) e Elastic Compute Cloud (EC2) com seu excedente de capacidade; Savvis, líder em automação de implementações de TI; e 3Tera, que vende o software AppLogic para automatizar a criação e o gerenciamento de sistemas corporativos complexos. Carr ressalta que muitas empresas de software e hardware líderes — Microsoft, Oracle, SAP, IBM, HP, Sun e EMC — estão adaptando seus produtos cliente/servidor para utility. "Algumas empresas conservadoras terão êxito ao mudar para o novo modelo de computação, outras vão fracassar", escreve Carr. "Mas todas elas deveriam analisar os exemplos da General Electric e Westinghouse. Cem anos atrás, ambas ganhavam muito dinheiro vendendo componentes e sistemas de geração de eletricidade para empresas individuais. Esta atividade se extinguiu quando as grandes empresas de serviços públicos assumiram o fornecimento de energia. Mas a GE e a Westinghouse conseguiram se reinventar." Carr sinaliza um futuro mais sombrio para os profissionais de TI. Na era da utility computing vislumbrada por ele, "gerenciar uma operação de computação corporativa inteira exigirá apenas um indivíduo sentado diante de um PC, acionando comandos simples via internet para uma utility distante". Ele se refere não só à extinção do PC, que será peça de museu dentro de 20 anos, mas também do programador de software, cuja época chegou ao fim. Carr dá vários exemplos de empresas de internet bem-sucedidas, como YouTube, Craigslist, Skype e Plenty of Fish, que conduzem suas operações com uma equipe de profissionais de TI mínima. O YouTube só tinha 60 funcionários quando foi comprado pelo Google em 2006 por 1,65 bilhão de dólares. O Craigslist tem 22 funcionários para um web site com bilhões de páginas de conteúdo. O Skype, fornecedor de telefonia baseada na internet, suporta 53 milhões de clientes com apenas 200 funcionários. O site de namoro Plenty of Fish é uma instalação de um homem só. "Dadas as vantagens econômicas das empresas online — vantagens estas que vão crescer à medida que a utility computing amadurecer e os custos de processamento e comunicação de dados baixarem ainda mais — as empresas tradicionais talvez não tenham outra escolha a não ser reformular seu próprio negócio nos mesmos moldes, despedindo milhões de funcionários neste processo", diz Carr. Para Carr, os profissionais de TI não serão os únicos a desaparecer. Ele reserva suas previsões mais medonhas para os jornalistas. "Com a comercialização crescente do conteúdo gerado por usuários, provavelmente a ameaça maior oriunda da produção social não terá como alvo as grandes corporações, mas profissionais individuais: jornalistas, editores, fotógrafos, analistas, bibliotecários e outros profissionais da informação poderão ser substituídos por... pessoas que não estão na folha de pagamentos." O argumento de Carr sobre o futuro da utility computing é lógico e bem escrito. Ele faz uma comparação sólida entre a evolução das companhias de energia elétrica do início do século 20 e a evolução da utility computing que está acontecendo hoje. Os últimos capítulos do livro de Carr, que abordam o futuro da inteligência artificial e as muitas desvantagens da internet, mostram-se menos essenciais à argumentação sobre utility computing. E sua discussão sobre a ligação direta entre o cérebro e a internet preconizada pelo Google é um tanto forçada. Apesar de tudo, "The Big Switch" é leitura recomendada para qualquer profissional de TI promissor que busca construir uma carreira fornecendo serviços de computação a corporações. Se as previsões de Carr se concretizarem, sólidas habilidades técnicas continuarão sendo valorizadas por fornecedores de serviços. []s Ubirajara Maia de Oliveira January 02 Retrospectiva 200726/12/2007 - 08h14
Veja os principais fatos ocorridos na tecnologia em 2007Publicidade da Folha Online
Grandes lançamentos, coqueluches e casos bizarros arremataram o mundo da tecnologia em 2007. Seja no Brasil, onde o YouTube foi bloqueado e a TV digital inaugurada para ninguém, seja nos EUA, onde a iPhone virou evento para quase 1,5 milhão de compradores. Seja no Japão, de onde o Wii subjugou os outros consoles para revolucionar o mercado de games do resto do mundo, ou na Alemanha, palco da maior feira de tecnologia do planeta, com câmeras dentro de colares e TV dentro de qualquer celular. Confira a retrospectiva com os principais acontecimentos deste ano:
21 de dezembro Ibope mostrou que o Brasil já tinha 21,5 milhões de internautas residenciais ativos --aqueles que acessam a web ao menos uma vez por mês-- em novembro. O aumento foi de quase 50% em relação a 2006. O total de pessoas com acesso residencial à internet --mas que não necessariamente utilizam a rede todo mês-- foi de 32,1 milhões no período. 19 de dezembro A Positivo Informática ofereceu o menor preço para o laptop popular que será distribuído pelo governo. O pregão para a compra de 150 mil laptops para escolas públicas do país teve, até o final do ano, o preço mínimo de US$ 361 (cerca de R$ 654,5) por unidade. Alunos e professores de até 300 escolas deverão receber um computador a partir de 2008. O brasileiro assumiu o Orkut como instrumento mais importante em seu dia-a-dia virtual em 2007. O internauta ".br" passou em média cinco horas na rede social do Google e só uma hora e 40 minutos para mandar e ler e-mails por mês. Ou seja, gastou três vezes mais tempo no Orkut. 14 de dezembro O site de relacionamentos MySpace fez seu lançamento oficial no Brasil com a promessa de ser "amigo" da Justiça brasileira --numa clara alusão ao Orkut, seu concorrente. 5 de dezembro O curta-metragem brasileiro "Laços (Ties)" venceu o concurso promovido pelo YouTube. Participaram do concurso, iniciado em outubro, produções de Estados Unidos, Brasil, Canadá, França, Itália, Espanha e Reino Unido.
2 de dezembro Sem interatividade, cara e problemática, a TV digital debutou oficialmente no país. A estréia aconteceu na Sala São Paulo (confira os bastidores da festa) e contou com a promessa de R$ 1 bilhão do governo para baratear os conversores. 20 de novembro Jeff Bezos, fundador do site de varejo na internet Amazon, apresentou o leitor de livros eletrônico Kindle, que foi chamado por alguns analistas de "iPod dos livros". 5 de novembro O Google confirmou que está desenvolvendo um pacote de aplicativos grátis para celular. O anúncio põe fim a meses de especulação a respeito dos planos da empresa para a área de telefonia móvel. 1º de novembro Um grupo de piratas virtuais assustou a Rede Globo ao fazer ameaças de invasão a seu site. O "Elite Top Team" invadiu as páginas do SBT e da Record durante o ano. A Globo disse que não divulgaria suas eventuais "medidas especiais" para barrar os invasores
29 de outubro O programador brasileiro Ewerton C.R., 33, foi preso pela polícia espanhola, em Barcelona, acusado de tentar dar um golpe pela internet de cerca de R$ 2 milhões no jogador Ronaldinho por meio de sua família. 26 de outubro Apple lançou o Leopard, a nova versão de seu sistema operacional Mac OS, com seis meses de atraso em relação a seu calendário oficial. O Leopard chegou com 300 novas funções, como Time Machine, um sistema de cópias automáticas de segurança, permitindo recuperar documentos perdidos. * Apenas dois municípios brasileiros não contam com computadores na administração, mas só 48,1% declaram ter um site oficial para a prefeitura. Foi o que indicou a pesquisa "Perfil dos Municípios Brasileiros 2006", feita pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em todas as cidades do país. 22 de outubro Microsoft finalmente aceitou mudar sua postura no mercado e pagar uma multa de 497 milhões de euros (cerca de R$ 1,3 bilhão) à Comissão Européia. Companhia disse que tomaria medidas para abandonar posturas abusivas e anticompetitivas.
20 de outubro O TSE informou que um sistema biométrico já será capaz de identificar parte do eleitorado por meio das digitais dos dedos polegar e indicador nas eleições municipais 2008. 18 de outubro A versão 7.10 do Ubuntu, sistema operacional gratuito baseado em Linux, foi lançada e se mostrou mais fácil de ser instalada em uma máquina que possua tanto Windows Vista quanto XP. 16 de outubro A multinacional de informática Cisco, 18ª marca mais valiosa do mundo, foi apontada pela PF como suspeita de fazer parte de um esquema de fraudes de importação. O presidente da Cisco no Brasil, Pedro Ripper, dois executivos da empresa e ao menos outras 14 pessoas foram presas em São Paulo durante a Operação Persona. 10 de outubro Claro lançou um serviço pago de pegadinhas. Bastava mandar um torpedo para a operadora, ao custo de R$ 0,95, e informar o alvo do trote. "Gringo", "Gay", "Surdo", "Mecânico", "Folgado" e "Argentino" eram alguns dos 25 personagens pré-gravados da Claro. Após reportagem da Folha Online, a operadora desistiu de lucrar com trotes.
4 de outubro Norte-americana Jammie Thomas, mãe solteira de dois filhos, foi condenada a pagar US$ 222 mil (mais de R$ 400 mil) a seis empresas da indústria fonográfica. Ela foi acusada pelas gigantes da música de fazer download ilegal de suas obras, protegidas por direitos autorais. * Brasil continuou a ser o lugar mais caro do mundo para se comprar um iPod. Uma pesquisa mostrou que os brasileiros são os consumidores que pagam mais caro pelo aparelho Nano de quatro gigabytes, desembolsando US$ 369,61. * Uma semana antes de o YouTube comemorar um ano desde sua compra pelo Google por US$ 1,65 bilhão, a Folha Online falou com dez celebridades sobre sua relação com o site. 3 de outubro A Microsoft exibiu três novos modelos do Zune, que tentaram, sem sucesso, rivalizar com o iPod no mercado de players digitais. Os aparelhos começaram a oferecer memória de quatro, oito e 80 gigabytes.
1º de outubro A Sony anunciou um aparelho de TV ultrafino com tela de três milímetros de espessura. O televisor foi apresentado como o primeiro do mundo baseado na tecnologia OLED (diodo orgânico emissor de luz). 25 de setembro Começou a ser vendido Halo 3, jogo para Xbox 360 que a Microsoft tentou transformar no maior lançamento da indústria do entretenimento do ano. Após três anos em desenvolvimento pela produtora Bungie, Halo 3 chegou com novidades, como armas inéditas. 10 de setembro A Apple informou, no ápice da iPhonemania, que as vendas de seu mais requisitado produto chegaram à casa do milhão 74 dias após o lançamento. 29 de agosto Disponível no mercado desde novembro de 2006, o console Wii, da Nintendo, acumulava em agosto 10 milhões de unidades vendidas. Durante o ano, massacrou PS3 e Xbox 360. O maior adversário do videogame da Nintendo foi mesmo seu próprio sucesso: mais barato que os concorrentes, o aparelho não parou nas prateleiras.
26 de agosto Cresce buchicho sobre o I-doser, site que promete simular efeitos de drogas e gerar vários tipos de sensações por meio de sons. A moda não pegou e o brinquedo acabou sendo acusado por especialistas de "propaganda enganosa". 22 de agosto Sharp garantiu ter desenvolvido o mais fino e leve televisor com tela de cristal líquido (LCD) do mundo. O modelo LCD tem 52 polegadas, com espessura de 20 milímetros em seu "display" e peso de 25 quilos. 20 de agosto Internautas pegam tilts e chamam de arte. Fazem assim a "glitch art". Embuste para alguns, vanguarda para outros, o termo designa obras audiovisuais alteradas em seu código-fonte (conjunto de letras e números que fazem o software rodar). 7 de agosto Apple mostrou a nova linha do iMac, feita de vidro e alumínio, com telas de 20 e 24 polegadas. O design do novo iMac se mostrou bem mais fino. 17 de julho Graças a um leitor portátil, inventado por um francês, deficientes visuais conseguiram traduzir um texto para o braile de forma instantânea. Aparelho tem tamanho de um mouse de computador, pesa 120 gramas e cabe na palma da mão
29 de junho O iPhone chega às prateleiras dos EUA com histeria. Aparelho fabricado pela Apple já era chamado de revolucionário antes mesmo de ser vendido. A revista "Time" o elegeu depois como "invenção do ano". A compra do aparelho vem junto com a obrigação de assinar um contrato com a operadora de telefonia AT&T, o que originou o surgimento de desbloqueadores de iPhone. No Natal, virou hit das galerias de eletrônicos de São Paulo. 23 de junho Second Life completou quatro anos. Começa a murchar a bolha do mundo virtual da Linden Lab, cuja moda começou no final de 2006. O público efetivo não cresceu como era esperado. Grande parte do conteúdo ficou marcado pelo caráter sexual, controle frágil de propriedade intelectual e falta de segurança. Empresas que investiram na brincadeira saem da empreitada de fininho. 19 de junho O maior site de compartilhamento de vídeos começou a falar português. O Brasil ganhou, na abertura do site, um vídeo de uma mulher branca vestida de índia, ao som de tambores e cuícas. Percebemos que os mais vistos do YouTube no Brasil são programas que já passam na TV aberta.
12 de junho Site de compartilhamento de fotos Flickr, do Yahoo!, disponibilizou seus serviços em português. Em junho, o portal já contava com cerca de 335 mil visitantes únicos só do Brasil. 1º de maio YouTube, eBay e David Bowie venceram o Webby Awards 2007, também conhecido como o "Oscar da internet", anunciados em Nova York. 24 de abril A rede social Tagged atinge o ápice de sua audiência utilizando estratégias dignas de uma praga virtual. Sua expansão se deu por meio de um poderoso e incômodo instrumento de agregar usuários: o spam. 4 de abril O miniblog Twitter conseguiu, em sete meses de existência, superar os 100 mil usuários. O site se mostrou uma maneira simples e efetiva de atingir grandes audiências na internet por meio de mensagens curtas, que podem ser transmitidas por celular. 30 de março A Icann, organização que administra os endereços de internet, rejeitou proposta para a criação do domínio ".xxx" para sites de conteúdo pornográfico.
14 de março A maior feira do mundo de informática reuniu, na Alemanha, cerca de 380 mil visitantes. Foram sete dias de lançamentos da alta tecnologia apresentados na cidade de Hannover --predominaram os celulares com TV. A Folha Online acompanhou os sete dias do megaevento e também revelou seus bastidores. 5 de março Internautas famosos e anônimos usaram a enciclopédia colaborativa Wikipédia para escrever sobre a própria vida. Revoltados, usuários do serviço vandalizaram o perfil dos suspeitos de afagar o próprio ego com a ferramenta. 15 de fevereiro Flagras de nudez feitos pelos mapas do Google Earth caíram na internet. Para especialistas, o Google violou a privacidade ao veicular este tipo de conteúdo. 7 de fevereiro
O site da revista "Wired" --a mais "chupinhada" no ramo da tecnologia-- repercute uma reportagem da Folha Online sobre prostitutas que usam iPod para se promover ("Brazil prostitutes like the iPod"). Para ilustrar o texto, usam uma foto de Daniella Cicarelli. Após ser avisado sobre a gafe, o site retirou a imagem do ar. O editor desculpou-se pela "piada inapropriada" e por qualquer dedução indevida. 1º de fevereiro Apple lançou uma nova linha de iPods. Os players de música digital do tipo shuffle --parecido com um clipe de lapela-- ficaram disponíveis em cinco cores (azul, rosa, verde, laranja e prateado). 30 de janeiro Microsoft lançou em todo o mundo o seu novo sistema operacional, o Windows Vista. O pacote custa de R$ 499 a R$ 989, dependendo da versão. A empresa o anunciou como o mais seguro de todos os tempos, mas foram só dois meses entre o lançamento e a descoberta de um programa eficaz para engabelar o mecanismo antipirataria do sistema. 27 de janeiro Bradesco, Itaú e Unibanco, os três maiores bancos privados do Brasil, revelaram que testavam ou já estavam implementando sistemas de segurança biométrica. O correntista do Bradesco já podia usar as veias da própria mão para comprovar sua identidade.
16 de janeiro Fundadores do Skype lançaram o Joost, um serviço mundial de televisão via banda larga. 8 de janeiro Modelo Daniella Cicarelli bloqueou o YouTube para aproximadamente 5,5 milhões de internautas. O caso eclodiu após um vídeo em que ela aparece em cenas íntimas com o ex-namorado numa praia pública cair na internet. A apresentadora entrou com processo judicial contra os sites que divulgaram as imagens. Após virar alvo de protestos, a modelo pediu desculpas aos internautas. []s Ubirajara Maia de Oliveira December 26 Usuários não são clientesDifícil de fazer esta separação no dia-a-dia, artigo bem interessante !!!
Mude a linguagem de sua equipe e torne o departamento de TI realmente focado no cliente
CIO
Publicada em 24 de dezembro de 2007 às 22h28
Se eu perguntasse se sua equipe de TI é suficientemente orientada ao cliente, o que você responderia? Descreveria como os gerentes de TI respondem aos pares de negócios? Mostraria as planilhas com todos os níveis de serviço alcançados? Apresentaria os resultados da pesquisa de satisfação interna? Sempre que escuto qualquer coisa dessas, penso “Aqui está mais um departamento de TI nada orientado ao cliente. Na verdade, está muito distante de seus clientes reais – aqueles que compram os serviços ou produtos de sua companhia.
Clientes x colegas Clientes e empregados não querem as mesmas coisas. Se você ouvir os clientes em vez de ouvir seus colegas, pode entender que é mais importante resolver o problema de um cliente que completar uma ligação de um colega mais rápido. Pare por um momento e reflita sobre quais métricas você vem usando para medir o desepenho de TI. Elas estão focadas em processos internos ou externos? Se a equipe de TI estiver ciente das questões que preocupam o cliente, nenhuma medida será considerada importante alem da taxa de retenção e atração de clientes. Você é de TI ou do negócio? Mesmo sendo senso comum que a maior parte dos negócios hoje não sobrevive sem uma TI robusta, a maior parte das pessoas usa termos como “a TI” e “o negócio” como se fossem coisas completamente distintas. Não existe nenhuma razão específica para manter a área de TI separada do negócio, física ou mentalmente.
[]s
Ubirajara Maia de Oliveira November 06 Governança de TI: Teoria e Prática em uma empresa de Capital Aberto.Ola Amigos,
No dia 01/11/2007 tive a oportunidade de proferir uma palestra no SENAC Florianópolis abordando os aspectos de Governança de TI em uma empresa de capital aberto, desde os conceitos teóricos até a sua implemntação na prática.
Além do case abordado foi explanado sobre a dificuldade para uma empresa conseguir suportar todas estas metodologias e quais são os atalhos para simplificar esta tarefa e atender as auditorias externas.
[]'s
Ubirajara Maia de Oliveira
Algumas fotos da palestra no SENAC.
October 23 Second Life nas empresas...Até que ponto o Second Life realmente é importante para as empresas, esta moda já passou ou pode contribuir de algum modo?
Qual a sua opinião?
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Ubirajara Maia de Oliveira
O que é um Wiki?Este video explica o que é o conceito do Wiki e como ele pode ajudar na produtividade das empresas e pessoas.
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Ubirajara Maia de Oliveira |
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