Ubirajara 的个人资料Navegar é preciso, gover...照片日志列表 工具 帮助

日志


4月3日

Bi-campeão !!!

 
Amigos,
 
Nosso projeto foi eleito pela segunda vez consecutiva como a TI mais ligada do país no setor de serviços e tecnologia , e a 5 no geral !!!
 
[]s
 
 
PLANTÃO INFO / 03/2008 / TI

Bradesco lidera as Empresas Mais Ligadas

Segunda-feira, 24 de março de 2008 - 19h21

SÃO PAULO - Pelo 6º ano consecutivo o Bradesco fica em primeiro entre As Empresas Mais Ligadas do Brasil.

O levantamento, em sua 13ª edição, tem a intenção de fazer uma radiografia dos investimentos feitos em tecnologia e destacar as inovações das grandes empresas.

Outras companhias que ficaram em posições de destaque foram Brasil Telecom, Itaú e Pão de Açúcar.

A lista completa das 100 Empresas Mais Ligadas do Brasil será publicada na próxima INFO que chega às bancas em abril. As 20 primeiras colocadas você confere na lista abaixo.

1-Bradesco
2-Brasil Telecom
3-Banco Itaú
4-Pão de Açúcar
5-Datasul
6-Banco do Brasil
7-Totvs
8-Petrobras Distribuidora
9-Votorantim Industrial
10-Alcoa Alumínio
11-Tecban
12-Lógica America do Sul
13-Sadia
14-Grupo Ultra
15-Telemig Celular
16-WEG
17-Casas Bahia
18-Bunge Fertilizantes
19-Promon
20-Telefônica

3月18日

2ª edição de livro de Governança de TI chega ao mercado

 
A Governança de TI tem sido um tema bastante discutido em todos os fóruns de estratégia empresarial, uma vez que a Tecnologia da Informação é, de fato, uma das engrenagens mais importantes na criação de valor para os negócios de qualquer organização. No Brasil, este tema tem despertado grande interesse, tanto por parte das organizações quanto dos profissionais e estudiosos das melhores práticas de gestão de TI, o que tem fomentado a geração de várias publicações brasileiras especializadas no assunto.

A primeira destas publicações, o livro “Implantando a Governança de TI: da Estratégia à Gestão dos Processos e Serviços”, dos consultores Aguinaldo Aragon Fernandes e Vladimir Ferraz de Abreu, que revelou-se um sucesso editorial no mercado brasileiro de TI (tanto empresarial quanto acadêmico), está chegando agora à sua 2ª edição.

Neste livro, os autores abordam, dentro de um modelo genérico, as etapas de planejamento, implementação e gestão de um programa de Governança de TI, abrangendo o alinhamento estratégico da TI ao negócio, o Portfolio de TI, as operações de serviços de TI, o relacionamento com usuários, clientes e fornecedores e a gestão do desempenho da TI, e também analisam de forma bastante didática as características e benefícios de vários modelos de melhores práticas existentes no mercado, aplicáveis aos processos de TI. Entre os destaques da 2ª edição, o livro aborda os frameworks CobiT® (em sua versão mais atual, 4.1) e Val IT®, patrocinados pela ISACA, englobando os domínios de conhecimento necessários para a certificação internacional CGEIT – Certified in the Governance of Enterprise IT. Além disto, a nova edição engloba modelos como ITIL V3, ISO/IEC 20000, CMMI V1.2, eSCM-SP / eSCM-CL, modelos de gestão de portfolio, programas e projetos, ISO 27001 e 27002, entre outros, representando de forma mais clara como eles se inter-relacionam.

O evento de lançamento oficial da 2ª edição do livro será no dia 18 de março de 2008, na livraria FNAC da Avenida Paulista, a partir das 19:00h.
2月25日

Gartner destaca dez tendências mundiais a partir de 2008

 

  • Até 2011, a Apple irá dobrar sua participação de mercado nos Estados Unidos e na Europa. O sucesso da Apple tem a ver com o fracasso do restante da indústria. A empresa está desafiando concorrentes com a integração de softwares que garantem facilidade de uso e flexibilidade;

  • Até 2012, 50% dos trabalhadores que viajam bastante deixarão seus notebooks em casa e passarão a usar outros aparelhos. Apesar de os notebooks continuarem a diminuir, tanto no peso quanto no tamanho, profissionais lamentam a inconveniência de carregar o aparelho;

  • Até 2012, 80% de todos os softwares comerciais irão incluir elementos tecnológicos de software aberto. Muitos dispositivos dE software aberto são maduros e estáveis, permitindo redução nos custos e retorno do investimento;

  • Até 2012, ao menos um terço das aplicações de softwares será contratada via serviços, mecanismo que irá substituir, gradualmente, as licenças para uso de softwares;

  • Até 2011, as empresas adiantadas no que se refere ao uso de novas tecnologias deixarão de gastar com equipamentos, passando a comprar 40% de sua infra-estrutura como serviço. A velocidade cada vez maior da navegação por meio de banda larga irá permitir a locação de infra-estrutura em outros sites, obtendo as respostas com similar rapidez;

  • Até 2009, mais de um terço das empresas de TI terão um ou mais critérios ambientais entre os seis principais critérios de compra de produtos relacionados com tecnologia da informação. Inicialmente, a motivação virá do desejo de economizar;

  • Até 2010, 75% das empresas irão ter como critérios de compra de hardware o uso eficiente de energia e o certificado de emissão de carbono. A maioria das empresas que fornecem tecnologia hoje tem pouco ou nenhum conhecimento acerca do uso eficiente de energia e da emissão de carbono, mas muitas delas começarão a se preocupar com essas questões entre 2009 e 2010, com o intuito de agregar valor aos seus produtos;

  • Até 2011, as empresas que fornecem a grandes empresas globais terão de provar seu engajamento no que se refere ao meio ambiente, por meio de auditoria, se quiserem manter o status de fornecedora. As grandes corporações com atuação forte na preservação ambiental irão ditar as políticas ambientais, que não ficarão restritas à redução da emissão de carbono ou aos marcos regulatórios locais;

  • Até 2010, o consumidor final é quem decidirá cerca de metade da demanda de software, hardware e aquisições de serviços relacionados à TI, graças ao crescimento da internet, cuja navegação pode, cada vez mais, se dar em qualquer lugar. Por conta disso, empresas de TI estão direcionando esforços para incorporar as decisões do usuário final nas análises de risco e na estratégia do negócio;

  • Durante o ano de 2011, o número de impressoras 3-D nas residências e nas empresas irá dobrar, com relação aos níveis registrados em 2006.
  • Fonte: Gartner

    2月22日

    Microsoft abre código-fonte do Windows

    Ola Amigos,
     
    Algumas pessoas me peguntam sobre as vantagens ter o código fonte aberto dos sistemas que sua empresa utiliza mais a resposta ainda esta longe de um consenso.
     
    Ponto para quem saiu na frente, é uma medida simpática de marketing !!!
     
    No caso da comunidade open source que nasceu assim é um dos motivos do sucesso e da contribuição feita em massa por milhares de desenvolvedores ao redor do mundo.
     
    A industria de software "tradicional" sempre trabalhou de maneira proprietária e pouco colaborativa, e entender que definições do plano de produto e nível de suporte serão "votados" por terceiros será um grande paradigma a ser vencido. Outro caso são os desenvolvimentos e contribuições especificas feitas pelos membros que causarão arrepios as areas de qualidade e entrega dos produtos.
     
    Vamos ver até que ponto realmente estas corporações estão dispostas a transformar seus negócios e ainda assim honrar os compromissos assumidos com seus acionistas e fornecedores. 
     
    []s
     
    Ubirajara
     

    Microsoft abre código-fonte do Windows

    Plantão | Publicada em 21/02/2008 às 14h26mAgências internacionais

    SÃO FRANCISCO - A gigante dos softwares Microsoft anunciou, nesta quarta-feira, que vai abrir o código-fonte do sistema operacional Windows e permitir, assim, o acesso ao DNA da plataforma. A decisão facilita o desenvolvimento de novos produtos e sistemas independentes, a integração dos sistemas de outras fabricantes e cumpre uma das exigências da Justiça Européia, que ameaçou voltar a multar a empresa por práticas monopolistas.

    Com esta nova estratégia a Microsoft segue tendência liderada pelo Google, que incentiva programadores a desenvolver softwares com base nos aplicativos do portal, e defendida pelos aliados das plataformas abertas, como o Linux.

    Em entrevista coletiva em Bruxelas, o responsável legal da Microsoft e um dos vice-presidentes da empresa, Brad Smith, comparou o código-fonte "ao DNA" do Windows e disse se trata "da descrição mais precisa e autorizada possível da tecnologia do sistema Windows".

    1月22日

    Como ser bem-sucedido na integração pós-fusão

    Como ser bem-sucedido na integração pós-fusão

    Executivos brasileiros e norte-americanos contam como lidam com a integração de empresas e suas áreas de TI após um processo de aquisição.

    Por Clara Maranhão, especial para o COMPUTERWORLD

    22 de janeiro de 2008 - 08h00
     

    Uma reunião com toda a equipe é convocada às pressas na primeira hora de quinta-feira. O vice-presidente da divisão dá a ótima notícia: a aquisição de uma empresa foi concluída e a integração ocorrerá nos próximos 120 dias.

    Responsável pela liderança dos projetos de TI, você percebe que terá de reformular suas prioridades. Se sua empresa nunca passou por isso, talvez você nem sequer imagine por onde deve começar. E, mesmo que esta não seja sua primeira fusão, a verdade é que cada situação é única.

    Apesar de não haver regra para um projeto de integração ser bem-sucedido, alguns líderes de TI compartilham suas experiências e dão dicas de como enfrentar uma situação como  esta de modo a garantir seu sucesso. 

    Comece conceitualmente
    Fusões ou aquisições consistem, grande parte das vezes, em uma situação decisiva para os negócios das companhias envolvidas. Ou seja, a maneira como a transação impacta nas operações de TI – e a forma como a integração será conduzida – só pode ser definida após conversas francas e detalhadas com os executivos de negócios, para que fiquem claros os objetivos e as prioridades a partir da incorporação da nova empresa.

    "Gasta-se muito tempo com áreas de negócios para entender como eles pretendem montar os processos e, a partir daí, entender como será conduzida a integração", diz Paulo Franco, diretor de TI da Liberty Seguros. O executivo – que conta com a experiência de nove fusões e aquisições ao longo de sua carreira – está, neste momento, à frente do processo de integração dos departamentos de TI da Liberty e da Indiana Seguros, comprada recentemente.

    Ele explica que, no caso Liberty-Indiana, o enfoque envolve preceitos de negócios e deve ser baseado nas diretrizes da matriz e na clareza sobre o que quer se manter de bom de cada empresa. "Só a partir desse mapeamento e das definições dos interesses de negócios que se deve permear isso por todas as áreas até chegar aos sistemas", avalia.
     
    Avalie os gaps de gestão
    Também a partir das conversas com as áreas de negócios – e com o apoio das equipes de tecnologias de ambas as companhias –, define-se qual o melhor modelo de gestão a ser mantido. A decisão depende de uma série de fatores, como a maturidade de cada empresa e os objetivos da aquisição.

    "É muito importante entender em que estágio está a empresa adquirida, até para se ter uma idéia de quanto tempo será necessário para assumir a gestão da companhia", explica Fábio Faria, vice-presidente de tecnologia da informação da Votorantim Industrial.

    Segundo Faria, é nesse momento que se avalia o grau de esforço e de investimento que serão necessários para assumir essa gestão no menor tempo possível. "Não se trata apenas de instalação de sistemas. Por isso, é bastante prudente avaliarmos toda a estrutura antes de fazer previsões", alerta.

    Conhecida no mercado por seu espírito 'comprador', as aquisições são preocupações constantes para a Votorantim. Porém, graças à unificação e homogeneização de infra-estrutura, dados e sistemas, o conglomerado conquistou mais simplicidade nos processos de integração.

    Ou seja, com um modelo de gestão baseado em melhores práticas definido para todos os negócios da Votorantim Industrial, o processo de aquisição torna-se mais simples com a possibilidade de replicação do modelo.

    Foi graças ao projeto Integra (como foi chamada a unificação tecnológica de todos os negócios do grupo) que a Votorantim conseguiu, por exemplo, concluir em cerca de quatro meses a incorporação de uma empresa peruana voltada à manufatura de zinco, na época com faturamento em torno de 350 milhões de dólares.

    "Havia a necessidade de integrar muito rapidamente", relembra Faria. "Fizemos um alinhamento muito grande de processos e de informações (sem falar de ERP ou sistemas), analisamos os principais gaps e nos dedicamos à adaptação das regras fiscais e tributárias. Os demais processos foram praticamente os mesmos do Brasil."

    Mesmo assim, o executivo destaca a importância de se evitar a idéia de adotar na empresa adquirida tudo o que se faz na matriz, da mesma maneira. "É importante ter bom-senso. Se houver resistência, o projeto pode ser um desastre. Por isso, é decisivo ter muita humildade, muito critério e sempre buscar um bom acordo", diz Faria.

    A situação segue esta linha no caso Liberty-Indiana. De acordo com Franco, apesar de grande parte das orientações partirem da matriz da Liberty, nos Estados Unidos, os processos e modelos bem-sucedidos na Indiana devem ser mantidos. Um dos exemplos citados pelo executivo é o cuidado que vem sendo tomado em relação aos canais, especialmente as concessionárias. "Não podemos quebrar o nível de serviço que vem sendo dado até hoje."

    Avalie os gaps de tecnologia
    Depois de ter em mente como os líderes de negócios pretendem levar a fusão, comece a entender quais serão os melhores caminhos para levar esses conceitos para o departamento de tecnologia. Ou seja, junto com o responsável pela área de TI da outra empresa e com membros técnicos de suas equipes, prepare um inventário da situação de infra-estrutura e sistemas das duas companhias, avalie os pontos fortes e os fracos e compare as realidades.

    Muitas vezes, a companhia adquirida encontra-se em uma situação muito diferente da que temos na Votorantim no que se refere a PCs, notebooks, links de comunicação, rede local etc..", comenta Faria, explicando que há um check-list de infra-estrutura e de sistemas para garantir que seja possível a incorporação sem a necessidade de upgrades.

    Tom L. Barnett, diretor de programa de uma grande empresa de serviços de TI norte-americana, onde é responsável pelo gerenciamento de programas de TI para os clientes, compartilha a opinião do VP da Votorantim. "Em geral, peço que um arquiteto-sênior e o engenheiro-chefe de rede me acompanhem em uma visita ao novo local. Quero uma lista dos tipos de tecnologia que o novo grupo possui e do equipamento com que precisaremos trabalhar. Também preciso entender o contexto de atuação da nova empresa", conta Barnett.

    O executivo destaca também a importância de se mapear os pontos de interação dos dados, as rotas de rede e os ativos (e políticas) de segurança. "A integridade dos dados é o que acaba trazendo mais problemas se não for abordado no início.", avalia Barnett. "Além disso, é uma hora particularmente boa para começar a documentar ou rever a segurança", garante.

    Em sua opinião, se a empresa adquirida não implementou deliberadamente uma abordagem de segurança formal, então é provável que, ao longo dos anos, suas políticas de segurança tenham sido corrigidas aleatoriamente, sem lógica ou documentação.

    Organize-se
    Quando o assunto é tecnologia, alguns aspectos devem ser considerados – e algumas questões devem ser feitas:
     
    • Hardware: Que equipamento temos? É preciso verificar tudo, desde a infra-estrutura básica (servidores, switches, firewalls) até as estações de trabalho, assim como todos os contratos de suporte para o equipamento.

    • Rede: Com que locais a empresa adquirida tem de se comunicar? Como se dá esta comunicação? De que locais ela envia e recebe dados? Neste ponto, um engenheiro de rede experiente, capaz de decifrar como os sistemas se comunicam, tem um valor inestimável.

    Software: Na nova companhia, TI executa quais serviços ou funções de negócio para o cliente? Quais aplicativos são utilizados para financeiro, folha de pagamento, produção, vendas e e-mail?

    • Dados: Este é um ponto muito importante. Encontre e documente onde todos os dados residem. Quem (e o que) usa cada um dos dados? Qual a freqüência de backup? Como os dados são restaurados em caso de desastre? Quem tem acesso a eles? Que caminhos eles percorrem? 

    O desafio da gestão de pessoas
    Ponto que pode ser considerado dos mais críticos em uma empresa, fazer um bom gerenciamento dos recursos humanos neste momento é fundamental

    Um dos pontos mais críticos em qualquer processo de fusão ou aquisição está nas pessoas. É preciso ter em mente que, se sentirem ameaçadas, os profissionais provavelmente criarão resistência – o que pode tornar tudo muito mais complicado. "Fusão é gestão de mudanças", esclarece Franco, da Liberty.

    Para evitar problemas, comece conhecendo sua nova equipe. Quais são os profissionais de TI e suas responsabilidades? Você pode tentar checar com o departamento de recursos humanos, mas provavelmente eles não poderão lhe dizer o que o pessoal de TI realmente faz.

    Pode ser mais útil – e mais simpático –envolver-se diretamente e entrevistar cada um dos membros da equipe. Assim, além de ter uma idéia do que eles fazem e são capazes de fazer, você terá a chance de conhecê-los como pessoas.

    Outro aspecto importante apontado por Faria, da Votorantim, é ter uma equipe que esteja muito bem capacitada não só em termos de projetos e tecnologia, mas também preparada para lidar com diversas culturas. "A equipe ideal tem de ser altamente qualificada, multi-cultural e ter habilidade em negociar, se relacionar e buscar o 'ganha-ganha'. Um mal-relacionamento pode complicar todo um projeto", garante.

    Obviamente, os problemas culturais e de pessoas não estão apenas na área de TI – e tampouco dependem apenas da postura do CIO. Contar com uma boa estratégia corporativa de gestão de mudanças ajuda, e muito. "Os líderes antigos (da Indiana) estão no conselho da nova empresa.

    Isto significa que as pessoas continuam vendo os mesmos líderes e, assim, sentem mais confiança. Esta postura é decisiva, especialmente no caso de empresas como a Indiana, que tem uma maneira de apaixonar seus funcionários", conclui Franco. 
     
    Dicas para integrar uma aquisição
    Pequenos – e imprescindíveis – para os quais é preciso estar atento
     
    • Não presuma que a equipe de TI existente está ansiosa para ajudar.
    • Não presuma que os profissionais de TI existentes sabem tudo sobre o ambiente de TI. (Em geral, eles o herdam e simplesmente continuam fazendo com que funcione.)
    - Não implemente soluções de segurança impulsivamente; os aplicativos vão começar a quebrar se você fizer isso.
    • Não implemente tecnologias novas ainda; primeiro conclua a transição e proteja a funcionalidade atual.
    • Não faça estimativas conservadoras sobre o volume de tráfego na rede (dentro e fora da empresa).
    • Não se esqueça de identificar as entidades externas com as quais o negócio precisa se conectar. • Não se esqueça de planejar hardware redundante se realocar servidores; alguma coisa sempre quebra em trânsito.
    • Não presuma que tudo será tranqüilo

    []s

    Ubirajara Maia de Oliveira  

    1月14日

    The Big Switch: Rewiring the World from Edison to Google

    O departamento de TI morreu?

    Novo livro de Nicholas Carr prevê que a adoção de utility computing substituirá as instalações de TI atuais. Previsões também são sombrias para os profissionais.

    Por Network World, EUA

    14 de janeiro de 2008 - 08h00
    página 1 de 4
     
       

    O departamento de TI já morreu e a mudança para utility computing matará esta carreira corporativa. É o que prevê Nicholas Carr em seu novo livro "The Big Switch: Rewiring the World from Edison to Google".

    Carr é mais conhecido por seu provocador artigo "IT Doesn’t Matter", publicado em 2003 pela Harvard Business Review, no qual afirmou que os investimentos em TI não proporcionavam vantagens estratégicas às empresas porque tão logo uma empresa adotava uma tecnologia nova, seus concorrentes faziam o mesmo.

    O artigo da Harvard Business Review transformou Carr no inimigo jurado dos fabricantes de hardware e software, entre eles Microsoft, Intel e HP, bem como dos CIOs e de outros profissionais de TI. Com seu novo livro, Carr provavelmente atrairá ainda mais ira destas pessoas.

    "É improvável que o departamento de TI sobreviva no longo prazo, pelo menos não em sua forma familiar", escreve Carr. "Ele não terá muito o que fazer depois que uma parte expressiva da computação corporativa migrar dos data centers privados para o ‘cloud’. Unidades de negócio e até funcionários individuais poderão controlar o processamento de informação diretamente, sem necessidade de legiões de técnicos."

    O raciocínio de Carr é que as empresas de utility computing substituirão os departamentos de TI corporativos, assim como as estações de força geridas por fabricantes foram substituídas por companhias de energia elétrica nos primórdios do século 20.

    Antigamente, as fábricas tinham suas próprias estações de energia, explica Carr. Mas começaram a terceirizar esta função crítica à medida em que as companhias de energia elétrica se tornavam mais confiáveis e ofereciam melhor economia de escala.

    Carr prevê mudança idêntica com utility computing. Ele admite que as empresas de utility computing precisam promover melhorias em segurança, confiabilidade e eficiência. Mas argumenta que a internet, aliada a hardware e software commoditizados, permitirá que o modelo de utility computing substitua o modelo cliente/servidor de hoje.

    "Sempre se soube que, teoricamente, a potência de computação, assim como a energia elétrica, podia ser fornecida através de um grid de utilities em larga escala — e que tais dínamos centralizados poderiam operar com eficiência e flexibilidade muito superiores às dos data centers privados dispersos", escreve Carr.

    Carr cita vários indutores da migração para utility computing. Um deles é que os computadores, os sistemas de armazenamento, o equipamento de rede e as aplicações mais amplamente utilizadas tornaram-se commodities.

    Ele diz que até os profissionais de TI das empresas estão indistinguíveis. "A maioria executa tarefas rotineiras de manutenção — exatamente as mesmas tarefas que seus pares executam em outras empresas."

    Carr aponta que a maior parte dos data centers tem excesso de capacidade, com a utilização variando de 25% a 50%. Outra mola propulsora da utility computing é o grande consumo de energia nos data centers, que chega a ser 100 vezes superior ao de outros prédios de escritórios comerciais.

    "A replicação de dezenas de milhares de data centers independentes, todos utilizando hardware similar, rodando software similar e empregando funcionários similares, impôs severas penalidades à economia", observa Carr. "Levou à sobreposição de ativos de TI em cada setor da economia, reduzindo os ganhos de produtividade que podem advir da automação de computadores."

    Carr classifica o Google como líder em utility computing. O Google comanda os maiores e mais sofisticados data centers do planeta e os utiliza para fornecer serviços como o Google Apps, que competem diretamente com software cliente/servidor tradicional de fornecedores como a Microsoft.

    "Se as empresas puderem se apoiar em estações centrais como as do Google para satisfazer todos ou quase todos os seus requisitos de computação, reduzirão os gastos com seus próprios hardware e software. Todo o dinheiro economizado iria para os cofres da Microsoft e de outros gigantes da tecnologia."

    Outras empresas de TI que Carr destaca no livro por suas abordagens inovadoras de utility computing são: Salesforce.com, que disponibiliza software CRM como um serviço; Amazon, que oferece os Storage Solution Services (S3) e Elastic Compute Cloud (EC2) com seu excedente de capacidade; Savvis, líder em automação de implementações de TI; e 3Tera, que vende o software AppLogic para automatizar a criação e o gerenciamento de sistemas corporativos complexos.

    Carr ressalta que muitas empresas de software e hardware líderes — Microsoft, Oracle, SAP, IBM, HP, Sun e EMC — estão adaptando seus produtos cliente/servidor para utility.  "Algumas empresas conservadoras terão êxito ao mudar para o novo modelo de computação, outras vão fracassar", escreve Carr.

    "Mas todas elas deveriam analisar os exemplos da General Electric e Westinghouse. Cem anos atrás, ambas ganhavam muito dinheiro vendendo componentes e sistemas de geração de eletricidade para empresas individuais. Esta atividade se extinguiu quando as grandes empresas de serviços públicos assumiram o fornecimento de energia. Mas a GE e a Westinghouse conseguiram se reinventar."

    Carr sinaliza um futuro mais sombrio para os profissionais de TI. Na era da utility computing vislumbrada por ele, "gerenciar uma operação de computação corporativa inteira exigirá apenas um indivíduo sentado diante de um PC, acionando comandos simples via internet para uma utility distante".

    Ele se refere não só à extinção do PC, que será peça de museu dentro de 20 anos, mas também do programador de software, cuja época chegou ao fim. Carr dá vários exemplos de empresas de internet bem-sucedidas, como YouTube, Craigslist, Skype e Plenty of Fish, que conduzem suas operações com uma equipe de profissionais de TI mínima.

    O YouTube só tinha 60 funcionários quando foi comprado pelo Google em 2006 por 1,65 bilhão de dólares. O Craigslist tem 22 funcionários para um web site com bilhões de páginas de conteúdo. O Skype, fornecedor de telefonia baseada na internet, suporta 53 milhões de clientes com apenas 200 funcionários. O site de namoro Plenty of Fish é uma instalação de um homem só.

    "Dadas as vantagens econômicas das empresas online — vantagens estas que vão crescer à medida que a utility computing amadurecer e os custos de processamento e comunicação de dados baixarem ainda mais — as empresas tradicionais talvez não tenham outra escolha a não ser reformular seu próprio negócio nos mesmos moldes, despedindo milhões de funcionários neste processo", diz Carr.

    Para Carr, os profissionais de TI não serão os únicos a desaparecer. Ele reserva suas previsões mais medonhas para os jornalistas. "Com a comercialização crescente do conteúdo gerado por usuários, provavelmente a ameaça maior oriunda da produção social não terá como alvo as grandes corporações, mas profissionais individuais: jornalistas, editores, fotógrafos, analistas, bibliotecários e outros profissionais da informação poderão ser substituídos por... pessoas que não estão na folha de pagamentos."

    O argumento de Carr sobre o futuro da utility computing é lógico e bem escrito. Ele faz uma comparação sólida entre a evolução das companhias de energia elétrica do início do século 20 e a evolução da utility computing que está acontecendo hoje.

    Os últimos capítulos do livro de Carr, que abordam o futuro da inteligência artificial e as muitas desvantagens da internet, mostram-se menos essenciais à argumentação sobre utility computing. E sua discussão sobre a ligação direta entre o cérebro e a internet preconizada pelo Google é um tanto forçada.

    Apesar de tudo, "The Big Switch" é leitura recomendada para qualquer profissional de TI promissor que busca construir uma carreira fornecendo serviços de computação a corporações. Se as previsões de Carr se concretizarem, sólidas habilidades técnicas continuarão sendo valorizadas por fornecedores de serviços.

    []s

    Ubirajara Maia de Oliveira

    1月2日

    Retrospectiva 2007

    26/12/2007 - 08h14

    Veja os principais fatos ocorridos na tecnologia em 2007

    Publicidade da Folha Online

    Grandes lançamentos, coqueluches e casos bizarros arremataram o mundo da tecnologia em 2007. Seja no Brasil, onde o YouTube foi bloqueado e a TV digital inaugurada para ninguém, seja nos EUA, onde a iPhone virou evento para quase 1,5 milhão de compradores. Seja no Japão, de onde o Wii subjugou os outros consoles para revolucionar o mercado de games do resto do mundo, ou na Alemanha, palco da maior feira de tecnologia do planeta, com câmeras dentro de colares e TV dentro de qualquer celular.

    Confira a retrospectiva com os principais acontecimentos deste ano:

    Montagem

    21 de dezembro

    Ibope mostrou que o Brasil já tinha 21,5 milhões de internautas residenciais ativos --aqueles que acessam a web ao menos uma vez por mês-- em novembro. O aumento foi de quase 50% em relação a 2006. O total de pessoas com acesso residencial à internet --mas que não necessariamente utilizam a rede todo mês-- foi de 32,1 milhões no período.

    19 de dezembro

    A Positivo Informática ofereceu o menor preço para o laptop popular que será distribuído pelo governo. O pregão para a compra de 150 mil laptops para escolas públicas do país teve, até o final do ano, o preço mínimo de US$ 361 (cerca de R$ 654,5) por unidade. Alunos e professores de até 300 escolas deverão receber um computador a partir de 2008.

    O brasileiro assumiu o Orkut como instrumento mais importante em seu dia-a-dia virtual em 2007. O internauta ".br" passou em média cinco horas na rede social do Google e só uma hora e 40 minutos para mandar e ler e-mails por mês. Ou seja, gastou três vezes mais tempo no Orkut.

    14 de dezembro

    O site de relacionamentos MySpace fez seu lançamento oficial no Brasil com a promessa de ser "amigo" da Justiça brasileira --numa clara alusão ao Orkut, seu concorrente.

    5 de dezembro

    O curta-metragem brasileiro "Laços (Ties)" venceu o concurso promovido pelo YouTube. Participaram do concurso, iniciado em outubro, produções de Estados Unidos, Brasil, Canadá, França, Itália, Espanha e Reino Unido.

    Marcelo Soares/Folha Imagem
     
    Estréia oficial da TV digital aconteceu em 2 de dezembro, na capital paulista

    2 de dezembro

    Sem interatividade, cara e problemática, a TV digital debutou oficialmente no país. A estréia aconteceu na Sala São Paulo (confira os bastidores da festa) e contou com a promessa de R$ 1 bilhão do governo para baratear os conversores.

    20 de novembro

    Jeff Bezos, fundador do site de varejo na internet Amazon, apresentou o leitor de livros eletrônico Kindle, que foi chamado por alguns analistas de "iPod dos livros".

    5 de novembro

    O Google confirmou que está desenvolvendo um pacote de aplicativos grátis para celular. O anúncio põe fim a meses de especulação a respeito dos planos da empresa para a área de telefonia móvel.

    1º de novembro

    Um grupo de piratas virtuais assustou a Rede Globo ao fazer ameaças de invasão a seu site. O "Elite Top Team" invadiu as páginas do SBT e da Record durante o ano. A Globo disse que não divulgaria suas eventuais "medidas especiais" para barrar os invasores

    Paul Sakuma/AP
     
    Steve Jobs fala sobre o Leopard, a nova versão do sistema operacional Mac OS

    29 de outubro

    O programador brasileiro Ewerton C.R., 33, foi preso pela polícia espanhola, em Barcelona, acusado de tentar dar um golpe pela internet de cerca de R$ 2 milhões no jogador Ronaldinho por meio de sua família.

    26 de outubro

    Apple lançou o Leopard, a nova versão de seu sistema operacional Mac OS, com seis meses de atraso em relação a seu calendário oficial. O Leopard chegou com 300 novas funções, como Time Machine, um sistema de cópias automáticas de segurança, permitindo recuperar documentos perdidos.

    *

    Apenas dois municípios brasileiros não contam com computadores na administração, mas só 48,1% declaram ter um site oficial para a prefeitura. Foi o que indicou a pesquisa "Perfil dos Municípios Brasileiros 2006", feita pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em todas as cidades do país.

    22 de outubro

    Microsoft finalmente aceitou mudar sua postura no mercado e pagar uma multa de 497 milhões de euros (cerca de R$ 1,3 bilhão) à Comissão Européia. Companhia disse que tomaria medidas para abandonar posturas abusivas e anticompetitivas.

    Paul Sakuma/AP
     
    Em 2007, Microsoft acatou multa milionária e lançou o sistema operacional Windows Vista

    20 de outubro

    O TSE informou que um sistema biométrico já será capaz de identificar parte do eleitorado por meio das digitais dos dedos polegar e indicador nas eleições municipais 2008.

    18 de outubro

    A versão 7.10 do Ubuntu, sistema operacional gratuito baseado em Linux, foi lançada e se mostrou mais fácil de ser instalada em uma máquina que possua tanto Windows Vista quanto XP.

    16 de outubro

    A multinacional de informática Cisco, 18ª marca mais valiosa do mundo, foi apontada pela PF como suspeita de fazer parte de um esquema de fraudes de importação. O presidente da Cisco no Brasil, Pedro Ripper, dois executivos da empresa e ao menos outras 14 pessoas foram presas em São Paulo durante a Operação Persona.

    10 de outubro

    Claro lançou um serviço pago de pegadinhas. Bastava mandar um torpedo para a operadora, ao custo de R$ 0,95, e informar o alvo do trote. "Gringo", "Gay", "Surdo", "Mecânico", "Folgado" e "Argentino" eram alguns dos 25 personagens pré-gravados da Claro. Após reportagem da Folha Online, a operadora desistiu de lucrar com trotes.

    Divulgação
     
    Nintendo Wii foi a bola da vez no mundo dos games; seu controle é um dos trunfos

    4 de outubro

    Norte-americana Jammie Thomas, mãe solteira de dois filhos, foi condenada a pagar US$ 222 mil (mais de R$ 400 mil) a seis empresas da indústria fonográfica. Ela foi acusada pelas gigantes da música de fazer download ilegal de suas obras, protegidas por direitos autorais.

    *

    Brasil continuou a ser o lugar mais caro do mundo para se comprar um iPod. Uma pesquisa mostrou que os brasileiros são os consumidores que pagam mais caro pelo aparelho Nano de quatro gigabytes, desembolsando US$ 369,61.

    *

    Uma semana antes de o YouTube comemorar um ano desde sua compra pelo Google por US$ 1,65 bilhão, a Folha Online falou com dez celebridades sobre sua relação com o site.

    3 de outubro

    A Microsoft exibiu três novos modelos do Zune, que tentaram, sem sucesso, rivalizar com o iPod no mercado de players digitais. Os aparelhos começaram a oferecer memória de quatro, oito e 80 gigabytes.

    Michael Caronna/Reuters
     
    Sharp anunciou ter desenvolvido o mais fino e leve televisor com tela de cristal líquido

    1º de outubro

    A Sony anunciou um aparelho de TV ultrafino com tela de três milímetros de espessura. O televisor foi apresentado como o primeiro do mundo baseado na tecnologia OLED (diodo orgânico emissor de luz).

    25 de setembro

    Começou a ser vendido Halo 3, jogo para Xbox 360 que a Microsoft tentou transformar no maior lançamento da indústria do entretenimento do ano. Após três anos em desenvolvimento pela produtora Bungie, Halo 3 chegou com novidades, como armas inéditas.

    10 de setembro

    A Apple informou, no ápice da iPhonemania, que as vendas de seu mais requisitado produto chegaram à casa do milhão 74 dias após o lançamento.

    29 de agosto

    Disponível no mercado desde novembro de 2006, o console Wii, da Nintendo, acumulava em agosto 10 milhões de unidades vendidas. Durante o ano, massacrou PS3 e Xbox 360. O maior adversário do videogame da Nintendo foi mesmo seu próprio sucesso: mais barato que os concorrentes, o aparelho não parou nas prateleiras.

    Reprodução
     
    Internautas transformaram defeitos informáticos em arte e publicaram na internet

    26 de agosto

    Cresce buchicho sobre o I-doser, site que promete simular efeitos de drogas e gerar vários tipos de sensações por meio de sons. A moda não pegou e o brinquedo acabou sendo acusado por especialistas de "propaganda enganosa".

    22 de agosto

    Sharp garantiu ter desenvolvido o mais fino e leve televisor com tela de cristal líquido (LCD) do mundo. O modelo LCD tem 52 polegadas, com espessura de 20 milímetros em seu "display" e peso de 25 quilos.

    20 de agosto

    Internautas pegam tilts e chamam de arte. Fazem assim a "glitch art". Embuste para alguns, vanguarda para outros, o termo designa obras audiovisuais alteradas em seu código-fonte (conjunto de letras e números que fazem o software rodar).

    7 de agosto

    Apple mostrou a nova linha do iMac, feita de vidro e alumínio, com telas de 20 e 24 polegadas. O design do novo iMac se mostrou bem mais fino.

    17 de julho

    Graças a um leitor portátil, inventado por um francês, deficientes visuais conseguiram traduzir um texto para o braile de forma instantânea. Aparelho tem tamanho de um mouse de computador, pesa 120 gramas e cabe na palma da mão

    Divulgação
     
    Celular iPhone chega às prateleiras dos Estados Unidos fazendo barulho

    29 de junho

    O iPhone chega às prateleiras dos EUA com histeria. Aparelho fabricado pela Apple já era chamado de revolucionário antes mesmo de ser vendido. A revista "Time" o elegeu depois como "invenção do ano". A compra do aparelho vem junto com a obrigação de assinar um contrato com a operadora de telefonia AT&T, o que originou o surgimento de desbloqueadores de iPhone. No Natal, virou hit das galerias de eletrônicos de São Paulo.

    23 de junho

    Second Life completou quatro anos. Começa a murchar a bolha do mundo virtual da Linden Lab, cuja moda começou no final de 2006. O público efetivo não cresceu como era esperado. Grande parte do conteúdo ficou marcado pelo caráter sexual, controle frágil de propriedade intelectual e falta de segurança. Empresas que investiram na brincadeira saem da empreitada de fininho.

    19 de junho

    O maior site de compartilhamento de vídeos começou a falar português. O Brasil ganhou, na abertura do site, um vídeo de uma mulher branca vestida de índia, ao som de tambores e cuícas. Percebemos que os mais vistos do YouTube no Brasil são programas que já passam na TV aberta.

    Reprodução
     
    Site de vídeos YouTube inaugura portal em português com índia, tambores, cuícas...

    12 de junho

    Site de compartilhamento de fotos Flickr, do Yahoo!, disponibilizou seus serviços em português. Em junho, o portal já contava com cerca de 335 mil visitantes únicos só do Brasil.

    1º de maio

    YouTube, eBay e David Bowie venceram o Webby Awards 2007, também conhecido como o "Oscar da internet", anunciados em Nova York.

    24 de abril

    A rede social Tagged atinge o ápice de sua audiência utilizando estratégias dignas de uma praga virtual. Sua expansão se deu por meio de um poderoso e incômodo instrumento de agregar usuários: o spam.

    4 de abril

    O miniblog Twitter conseguiu, em sete meses de existência, superar os 100 mil usuários. O site se mostrou uma maneira simples e efetiva de atingir grandes audiências na internet por meio de mensagens curtas, que podem ser transmitidas por celular.

    30 de março

    A Icann, organização que administra os endereços de internet, rejeitou proposta para a criação do domínio ".xxx" para sites de conteúdo pornográfico.

    AP
     
    Feira Cebit, em Hannover, na Alemanha, mostrou últimas novidades na tecnologia

    14 de março

    A maior feira do mundo de informática reuniu, na Alemanha, cerca de 380 mil visitantes. Foram sete dias de lançamentos da alta tecnologia apresentados na cidade de Hannover --predominaram os celulares com TV. A Folha Online acompanhou os sete dias do megaevento e também revelou seus bastidores.

    5 de março

    Internautas famosos e anônimos usaram a enciclopédia colaborativa Wikipédia para escrever sobre a própria vida. Revoltados, usuários do serviço vandalizaram o perfil dos suspeitos de afagar o próprio ego com a ferramenta.

    15 de fevereiro

    Flagras de nudez feitos pelos mapas do Google Earth caíram na internet. Para especialistas, o Google violou a privacidade ao veicular este tipo de conteúdo.

    7 de fevereiro

    Reprodução
     
    Fundadores do Skype lançaram um serviço mundial de televisão via banda larga

    O site da revista "Wired" --a mais "chupinhada" no ramo da tecnologia-- repercute uma reportagem da Folha Online sobre prostitutas que usam iPod para se promover ("Brazil prostitutes like the iPod"). Para ilustrar o texto, usam uma foto de Daniella Cicarelli. Após ser avisado sobre a gafe, o site retirou a imagem do ar. O editor desculpou-se pela "piada inapropriada" e por qualquer dedução indevida.

    1º de fevereiro

    Apple lançou uma nova linha de iPods. Os players de música digital do tipo shuffle --parecido com um clipe de lapela-- ficaram disponíveis em cinco cores (azul, rosa, verde, laranja e prateado).

    30 de janeiro

    Microsoft lançou em todo o mundo o seu novo sistema operacional, o Windows Vista. O pacote custa de R$ 499 a R$ 989, dependendo da versão. A empresa o anunciou como o mais seguro de todos os tempos, mas foram só dois meses entre o lançamento e a descoberta de um programa eficaz para engabelar o mecanismo antipirataria do sistema.

    27 de janeiro

    Bradesco, Itaú e Unibanco, os três maiores bancos privados do Brasil, revelaram que testavam ou já estavam implementando sistemas de segurança biométrica. O correntista do Bradesco já podia usar as veias da própria mão para comprovar sua identidade.

    Sergio Carvalho /Folha Imagem
     
    Por conta do "vídeo da praia", milhões de brasileiros ficaram sem acesso ao YouTube

    16 de janeiro

    Fundadores do Skype lançaram o Joost, um serviço mundial de televisão via banda larga.

    8 de janeiro

    Modelo Daniella Cicarelli bloqueou o YouTube para aproximadamente 5,5 milhões de internautas. O caso eclodiu após um vídeo em que ela aparece em cenas íntimas com o ex-namorado numa praia pública cair na internet. A apresentadora entrou com processo judicial contra os sites que divulgaram as imagens. Após virar alvo de protestos, a modelo pediu desculpas aos internautas.

    []s

    Ubirajara Maia de Oliveira

    12月26日

    Usuários não são clientes

     

    Difícil de fazer esta separação no dia-a-dia, artigo bem interessante !!!
     
     
    Mude a linguagem de sua equipe e torne o departamento de TI realmente focado no cliente
    CIO
    Publicada em 24 de dezembro de 2007 às 22h28
     
    Se eu perguntasse se sua equipe de TI é suficientemente orientada ao cliente, o que você responderia? Descreveria como os gerentes de TI respondem aos pares de negócios? Mostraria as planilhas com todos os níveis de serviço alcançados? Apresentaria os resultados da pesquisa de satisfação interna? Sempre que escuto qualquer coisa dessas, penso “Aqui está mais um departamento de TI nada orientado ao cliente. Na verdade, está muito distante de seus clientes reais – aqueles que compram os serviços ou produtos de sua companhia.

    Clientes x colegas
    Clientes e empregados não querem as mesmas coisas. Se você ouvir os clientes em vez de ouvir seus colegas, pode entender que é mais importante resolver o problema de um cliente que completar uma ligação de um colega mais rápido.
    Pare por um momento e reflita sobre quais métricas você vem usando para medir o desepenho de TI. Elas estão focadas em processos internos ou externos? Se a equipe de TI estiver ciente das questões que preocupam o cliente, nenhuma medida será considerada importante alem da taxa de retenção e atração de clientes.

    Você é de TI ou do negócio?
    Mesmo sendo senso comum que a maior parte dos negócios hoje não sobrevive sem uma TI robusta, a maior parte das pessoas usa termos como “a TI” e “o negócio” como se fossem coisas completamente distintas. Não existe nenhuma razão específica para manter a área de TI separada do negócio, física ou mentalmente.


    Adote uma nova linguagem
    Substitua a linguagem de TI por termos de negócios
    Liguagem de TI                                x                          Liguagem de negócio
    Cliente interno                                                               Parceiro de negócio
    Cliente externo                                                              Cliente
    Governança de TI                                                           Planos de investimento
    TI e o negócio                                                                TI no negócio
    Pares de negócios do CIO                                               CIO e outros lideres de negócio
    Níveis de serviço internos                                                Padrões de excelência
    Projetos de TI                                                                Projetos de negócios
    Melhorias de funcionalidades                                           Mudanças de processos
    Recursos                                                                       Pessoas


    Encontre o foco
    Comece a mudar o que você diz e como você pensa. Tente substituir a expressão cliente interno por parceiro de negócio sempre que se referir a um colega de trabalho que usa tecnologia. O propósito de mudar a terminologia é ajudar a mudar a mentalidade e, por conseqüência, o foco. Não que o foco vá mudar com a mudança de vocabulário, mas é um primeiro passo.
    Não fale também sobre “o negócio”. Seja o negócio. Descubra o que o cliente quer e faça o possível para atendê-lo. Afinal, é o cliente quem paga o seu salário.

     
    []s
     
    Ubirajara Maia de Oliveira
    11月6日

    Governança de TI: Teoria e Prática em uma empresa de Capital Aberto.

     
    Ola Amigos,
     
    No dia 01/11/2007 tive a oportunidade de proferir uma palestra no SENAC Florianópolis abordando os aspectos de Governança de TI em uma empresa de capital aberto, desde os conceitos teóricos até a sua implemntação na prática.
     
    Além do case abordado foi explanado sobre a dificuldade para uma empresa conseguir suportar todas estas metodologias e quais são os atalhos para simplificar esta tarefa e atender as auditorias externas.
     
    []'s
     
    Ubirajara Maia de Oliveira
     
    Algumas fotos da palestra no SENAC.
     
    Imagem 005
     Senac Florianópolis
     Imagem 003
     
    10月23日

    Second Life nas empresas...

     
    Até que ponto o Second Life realmente é importante para as empresas, esta moda já passou ou pode contribuir de algum modo?
     
    Qual a sua opinião?
     
    []s
     
    Ubirajara Maia de Oliveira
     
       

    O que é um Wiki?

     
    Este video explica o que é o conceito do Wiki e como ele pode ajudar na produtividade das empresas e pessoas.
     
    []s
     
    Ubirajara Maia de Oliveira
     
      
     

    Datasul inaugura novo datacenter de US$ 1,5 milhão - ComputerWorld

    Concluímos um grande projeto ... Não há duvidas ...

    Datasul inaugura novo datacenter de US$ 1,5 milhão.

    Companhia inaugura nova estrutura em Santa Catarina que atenderá suas operações e de clientes. A idéia é reforçar as operações para aumentar a oferta de software como serviço.

    Por Camila Fusco, do COMPUTERWORLD em Joinville*
    22 de outubro de 2007 - 07h00

    A Datasul, empresa fornecedora de software de gestão, oficializou na última sexta-feira (19/10) seu novo datacenter localizado no município de Joinville (SC).

    A nova estrutura, de 700 metros quadrados, fica na sede da companhia e demandou investimentos da ordem de 1,5 milhão de dólares. Segundo o presidente da Datasul, Jorge Steffens, inicialmente o local será destinado para operações internas da companhia, mas a idéia é abrigar também sistemas de clientes.

    “A estratégia está alinhada com o crescimento da Datasul por meio de aquisições e também ao crescimento das franquias, que saltaram de 28 para 44 neste ano”, comentou durante a inauguração. Desde a abertura de capital, em junho do ano passado, foram seis as aquisições da companhia, nos ramos de saúde, agroindústria, finanças e outsourcing.

    Miguel Abuhab, fundador da companhia, ressaltou ainda que a nova estrutura permitirá também incrementar a oferta de software como serviço. O local tem capacidade para 2 mil servidores e 16 mil usuários concorrentes e, virtualizado, pode chegar a 20 mil servidores e 160 mil usuários concorrentes.

    Segundo o CIO, Ubirajara Maia de Oliveira, o novo datacenter será a estrutura principal de tecnologia da empresa, e a estrutura antiga, localizada no prédio ao lado, servirá como backup. Hoje 100% das operações das franquias já rodam no novo datacenter, enquanto cerca de 40% dos sistemas da corporação já foram migrados. A intenção é concluir o processo até o fim do ano.

    “Os dois datacenters são interligados por estrutura de rádio e fibra óptica. Um dos destaques da nova estrutura está nas tecnologias verdes”, comenta o executivo, em referência aos atributos ecológicos pelos quais a companhia optou. Entre eles está incluída uma técnica especial de refrigeração com uso e reúso de água gelada que permite a economia de até 40% em energia.

    Também na construção do parque de datacenter foram empregados cabos feitos de material reciclável. Virtualização também é outro ponto de apostas da companhia para evitar a incorporação de mais máquinas - hoje os fornecedores são HP e IBM. A idéia é atingir cerca de 60% das operações virtualizadas até 2009, volume que hoje está em 30%.

    Ponto alto

    Uma das curiosidades do novo datacenter está no nome e no contexto: Aconcágua, pico mais alto das Américas e do hemisfério sul que já foi escalado pelo CIO, Ubirajara Maia de Oliveira, em 1996. O primeiro datacenter da companhia já trazia também o nome de um dos vulcões escalados pelo executivo, Licancabur, na divisa do Chile e da Bolívia.

    O próximo destino do executivo, que aposta nas pedaladas para se preparar fisicamente, deve ser a Ásia, o que indica que um futuro prédio da companhia poderá assumir nomes de locais desse continente.

      datasul

     

    Revista Amanha - Aos poucos, as empresas aprendem a conviver com as ferramentas eletrônicas de comunicação que podem aumentar ou diminuir a produtividade no trabalho

     

    Patrícia Mazocato

    Há nas empresas um duelo silencioso em que as armas são o mouse e o teclado. Empregados e empregadores lutam pelo controle das ferramentas tecnológicas que – para o bem e para o mal – tornaram tênue a separação entre casa e trabalho. Como o celular, o notebook e a internet levaram as urgências profissionais e os relatórios para dentro da rotina doméstica, fica cada vez mais difícil delimitar o ambiente corporativo e os momentos de lazer – e vice-versa. “Se eu me distraio horas na internet, durante o trabalho, quanto tempo eu gasto em casa na solução de problemas profissionais?”, questiona Tânia Gomes Bischoff, psicóloga organizacional e professora da PUC-RS..

    A invasão recíproca dos dois ambientes se evidencia nos resultados da Web@Work 2006, pesquisa realizada pelo segundo ano na América Latina pela Websense, empresa norte-americana de softwares de segurança e filtragem da internet. Ao serem questionados sobre o uso de aplicativos e sobre os hábitos de navegação na web dentro da empresa, 80% dos profissionais brasileiros revelaram gastar em média 4,7 horas por semana em sites não-relacionados ao trabalho. E a tendência é de alta: na pesquisa 2005, os brasileiros confessavam passar apenas 2,1 horas em navegação de lazer. Cresce também o acesso à pornografia on-line. Entre os entrevistados, 12% admitiram visitar sites desse tipo durante as horas de trabalho – ou em casa, mas com o notebook da empresa.

    O ícone das mensagens instantâneas com seu interminável pisca-pisca no lado direito da tela do micro dos funcionários é outro tormento para os gestores de Recursos Humanos. É que os programas como MSN, ICQ e até o Orkut estão substituindo bem depressa a antiga e pouco tecnológica “rádio cafezinho”.

    Na caminhada até a copa em busca de uma xícara de café é que o pessoal do escritório colocava em dia as fofocas do trabalho e da vida pessoal. A tecnologia da informação mudou até isso: na frente do teclado e da tela, com jeito de quem se estafa de trabalhar, os profissionais podem se dedicar a espalhar a mais nova maldade contra o chefe. O hábito de usar as ferramentas eletrônicas é tão forte que 64% dos funcionários brasileiros prefeririam deixar de tomar café da manhã a abrir mão do acesso à internet para fins pessoais no ambiente corporativo – dado também da Web@Work 2006.

    Acesso restrito – Na tentativa de evitar abusos e perda de produtividade pelo desvio da atenção no trabalho, as empresas impõem limites e definem políticas de acesso aos meios eletrônicos corporativos. “Estima-se que 66% das empresas do Paraná já tenham imposto algum tipo de restrição ao uso pessoal das ferramentas digitais em horário de trabalho”, afirma José Antônio Fares, presidente da ABRH-PR.

    Nas organizações em que as medidas restritivas são adotadas, pouca gente se sente à vontade para falar no assunto. “A decisão é antipática e as empresas têm vergonha de dizer que proíbem o acesso à internet”, declara um empresário que – claro – prefere não se identificar. Essa postura, no entanto, não é aprovada pelos especialistas em gestão de recursos humanos. “Não adianta deixar de falar no assunto. As novas tecnologias estão aí e as pessoas precisam ser orientadas”, resume Andrea Huggard-Caine, consultora de RH de São Paulo que tem entre seus clientes empresas como Unibanco, Dupont e Goodyear.

    Ao mesmo tempo em que distraem os colaboradores de suas funções, essas ferramentas trazem ganhos de produtividade: agilizam a busca de dados, a troca de informações e encurtam a distância dos contatos de negócios. Outro benefício é a redução de grandes e pequenos custos operacionais. Na Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) de Porto Alegre, por exemplo, o uso do MSN reduziu a conta dos telefones fixos de R$ 3,5 mil para R$ 2,8 mil por mês. “O desafio das empresas é dar acesso às ferramentas tecnológicas e fazer com que sejam usadas de maneira produtiva”, aponta Amadeo Magedanz, gerente administrativo e de TI da ESPM.

    É o que acontece, por exemplo, na Datasul, empresa de Joinville (SC) especializada no desenvolvimento de softwares de gestão. Ubirajara Maia de Oliveira, gerente de sistema e infra-estrutura, admite que a companhia é uma exceção no mercado. “Temos uma política diferenciada da maioria das empresas. Liberamos todos os recursos e fazemos a administração pelas exceções”, assegura. Com 2,4 mil profissionais em 36 unidades no Brasil e no exterior, o uso do MSN e do VoIP (transmissão de voz pela internet) faz uma economia de cerca de 40% nas contas telefônicas.

    Valor Econômico - Soluções - O futuro chega aos poucos

    Valor Econômico - Soluções
    O futuro chega aos poucos
    Por Shirley Ribeiro

    Adoção da tecnologia IP no Brasil segue ritmo mais lento, porque o parque de centrais analógicas ainda é grande

    "Não tem mais volta". A frase resume de forma incontestável o sentimento do mercado em relação à telefonia IP. A tecnologia comutada continuará convivendo, mais ou menos em harmonia, com os novos sistemas de transmissão de voz sobre uma rede de dados, mas o futuro já aponta, claramente, na direção da substituição gradual de todo o mundo construído a partir da invenção do telefone tradicional.
    Centrais telefônicas analógicas e digitais só sobreviverão, daqui para diante, se estiverem preparadas para a integração com equipamentos de telefonia IP. "No mercado mundial, até 2015, a telefonia IP será uma tecnologia de uso corrente", constata Juan Fernandez, especialista em telefonia corporativa do Gartner Group. De acordo com as pesquisas realizadas pelo instituto, o processo de migração está mais lento no Brasil, até mesmo em relação a outros países da América Latina como Chile e México. "Isso ocorre, principalmente, porque o parque instalado de centrais analógicas e digitais brasileiro é maior e mais moderno do que o de outros países", explica. Mas as corporações brasileiras já estão olhando a telefonia IP como alternativa viável", enfatiza o consultor.

    O crescimento nessa direção, especialmente a partir de 2005, foi sustentado pela ação direta dos fabricantes que resolveram injetar ânimo no mercado, lançando produtos e soluções, treinando a força-de-venda e oferecendo vantagens comerciais. A disputa envolve os tradicionais fabricantes de equipamentos de telefonia que lançam soluções híbridas para aproveitar o parque instalado. E também as empresas do mercado de dados, como a Cisco, que defende a adoção de telefonia IP pura; e a 3Com, mais inclinada a oferecer soluções modulares integradas ao parque instalado. Tem ainda a Avaya, que recorre à sua origem no setor de telefonia, para trabalhar em todos os ambientes. "Ternos produtos para oferecer soluções de acordo com a necessidade de migração do cliente", garante Márcio Mattos, presidente da empresa.

    "Em cinco anos, cerca de metade dos terminais de voz das corporações vão falar por meio de uma estrutura de voz sobre IP", afirma Sílvio Naemura, diretor da NEC Solutions, divisão que atende o segmento corporativo e de governo. "No Brasil, cerca de 5% dos terminais realizaram a migração e, em 2008, a telefonia IP terá 35% do mercado, em soluções híbridas ou puras", prevê o executivo. Lourinaldo Silva, diretor de soluções para o mercado corporativo da Alcatel, concorda com a previsão de ampla expansão do mercado até 2010. "Em 2005, o volume de vendas na área de telefonia triplicou em relação a 2004, representando, hoje, cerca de 30% dos nossos negócios", afirma o executivo. A 3Com contabiliza 20% de sua receita total mundial em negócios de telefonia IP. "No Brasil, os números não são muito diferentes", garante o diretor geral, Vittorino Datrino. Nenhum deles revela o valor das vendas em telefonia IP.

    Outro ponto destacado pelos executivos dessas empresas é a predominância, no Brasil, de investimentos em sistemas híbridos. "A convergência é uma realidade que será absorvida gradualmente pelo mercado brasileiro, sobretudo com o uso de soluções híbridas. Somente 20% dos terminais das corporações têm funções digitais. A maior parte do parque instalado ainda é analógica. O uso de terminal IP será seletivo, porque ele é muito mais caro e a maioria dos colaboradores das empresas ainda não precisa desse nível de tecnologia", acredita Marcos Cunha, diretor geral da Siemens. "Ternos percebido o crescimento dos investimentos, principalmente, por parte das empresas que têm base tecnológica forte", observa Anilton Valverde, diretor comercial da Dígitro, que fornece soluções híbridas com centrais digitais.

    De acordo com pesquisa do Yankee Group, realizada no primeiro semestre deste ano, com 550 gestores de TI e telecom de empresas brasileiras de todos os portes, 50% das grandes empresas têm planos para implantar telefonia IP nos próximos três anos. Entre as de menor porte, o índice cai, mas é significativo: 33% nas pequenas e 41% nas médias. De olho nesse segmento, a Intelbras treina a equipe de vendas e prepara o lançamento de produtos. "A nossa base instalada vai ter todas as condições para migrar, de forma gradual, para a nova tecnologia", ressalta Antônio de Bonis, diretor comercial da empresa nacional que lidera o mercado de centrais analógicas de pequeno porte.

    A Ericsson tem produtos para atender a empresas de qualquer tamanho, mas está apostando no outsourcing para conquistar pequenas e médias empresas. "A empresa terceiriza o equipamento, fazendo o salto tecnológico sem mudar sua estrutura interna e sem fazer investimento alto", explica Freddy Van Laer, executivo da área de estratégia em soluções da Ericsson.

    Diante das previsões otimistas, a concorrência está acirrada. O momento é favorável ao fechamento de bons contratos para o usuário corporativo. "Quem está preparado pode aproveitar essa verdadeira guerra de preços", avalia João de Faria Daniel, diretor comercial do contact center Telefutura, que administra 3,6 mil posições de atendimento espalhadas em cinco sites. A empresa acaba de investirem uma solução IP,fornecida pela Siemens, para ampliar o site do Rio de Janeiro em 150 posições. E tem projeto pronto para instalar um novo contact center, no interior de São Paulo, que terá 1,5 mil PAs, em telefonia IP pura. "Ainda estamos decidindo o fornecedor do novo investimento. Para nós, o custo não está sendo tão alto, já que conseguimos descontos pela escala do projeto e em função da concorrência. Mas, mesmo assim, eu não vou trocar o parque inteiro. Vou fazer aos poucos e de acordo com as necessidades", destaca Daniel.
    Atualmente, o banco Itaú desenvolve diversos projetos com diferentes fabricantes. "Nosso parque instalado é grande e variado, o que nos permite ganhar em escala. Quem se mostrar mais eficiente, tanto na negociação como na solução, vai ganhar mais terreno", explica o diretor de TI da instituição,João Bezerra, acrescentando que a plataforma atual de telefonia do Itaú é dividida entre centrais da Nortel e da Ericsson, enquanto a rede de dados é da Cisco.

    Para Márcio Lermen, diretor de TI da Sincredi, companhia de crédito gaúcha, quem vai ao mercado buscar soluções de telefonia IP tem que fazer licitação. Cinco empresas - 3Com, Cisco, Avaya, Nortel e Siemens - apresentaram projetos para a migração total da plataforma de telefonia da Sincredi. Venceu a proposta da 3Com. "O contrato de aluguel da central digital que usávamos, da Siemens, estava terminando. Decidimos pela migração total para IP Puro. Todas as empresas apresentaram boas soluções, mas a 3Com ganhou porque atendia a todos os requisitos e era a mais barata. Nós sabíamos o que queríamos, mas o processo de licitação ajudou a escolher o melhor modelo", afirma Lermen.

    O consultor do Gartner recomenda precaução na hora de investir. "É preciso enxergar de forma integral as vantagens oferecidas pelo ambiente de convergência voz e dados, sabendo que a redução do custo com telefonia, aparentemente o ganho principal, se evapora como justificativa logo no primeiro ano", afirma Juan Fernandez.

    Flexibilidade e mobilidade para as equipes de trabalho são as principais vantagens citadas por fabricantes e usuários corporativos que trabalham com telefonia IP. Velocidade e facilidade de implantação é outro ganho apontado por empresas que demandam crescimento rápido, como os call centers, ou que fazem mudanças de layout dos escritórios com freqüência. "Antes, qualquer mudança era um transtorno, agora não tem custo quase nenhum e é tudo muito mais rápido", reforça Alberto Brisola, diretor de recursos humanos da Orade. A empresa empreendeu um projeto de migração total de toda a comunicação da América Latina, com uma solução de IP puro, fornecida pela Cisco. "Em 24 meses, só com a redução do custo de telefonia, o investimento já foi totalmente pago", assegura Brisola.

    Inteligência na comunicação de voz é, no entanto, o aspecto que irá sobressair no futuro. "Nos sistemas comutados, as funcionalidades dependiam do hardware. Em IP, toda a inteligência está no software, que pode ser desenvolvido de acordo com as necessidades do negócio", diz Mattos, da Avaya. Entre as aplicações mais utilizadas está o correio de voz, conferências, sistemas de mensagens unificadas e recursos de gravação automática. "Estamos desenvolvendo aplicações e temos contratos com desenvolvedores que vão criar aplicações variadas para serem homologadas pela 3Com, complementa Vittorino Datrino.

    Redução de custos de telefonia é apenas a ponta do iceberg, e não é desprezível, sobretudo para corporações que pagam contas altas com ligações interurbanas ou internacionais. O Itaú está economizando cerca de R$ 1 milhão por ano graças à implantação de três diferentes soluções IP, iniciada em 2002. Primeiro, o banco interligou todas as centrais telefônicas PABX por rede de dados. No ano seguinte, conectou as pontas internacionais com tecnologia IP. Em 2004, atualizou as centrais de atendimento ao cliente. No momento, o banco decidiu modernizar o contact center com uma solução híbrida da Nortel, fabricante das centrais de PABX usadas pelo setor desde 1991. "Já migramos 200 das 1,9 mil posições do contact center e devemos chegar a 500 até o final do ano", conta Bezerra.

    Já a Datasul, empresa catarinense de software de gestão, reduziu em 25% os custos totais de telefonia só com a instalação de uma central híbrida, em São Paulo, fornecida pela Dígitro. "As ligações de Joinville para os nossos clientes paulistas, que representam cerca de 60% da carteira, passaram a ser locais, assim como as que recebemos deles", diz Ubirajara Maia de Oliveira, gerente corporativo de TI da empresa. Foi apenas o início. Até o final de 2006, a empresa terá todos os 2 mil terminais em uso na plataforma IP e o novo prédio, que está sendo construído em Joinville, utilizará solução de telefonia IP sem fio.

    Ao unificar as redes de voz e dados, a redução de custo não aparece só na conta telefônica. "A gestão unificada traz economia e qualidade para a empresa, porque passa a ter as facilidades que existem na gestão de dados, com relatórios de performance, análise de tráfego e todas as informações que o administrador precisar", afirma Luis Car/os Machado, especialista em telefonia IP da Cisco.
    No caso de um empreendimento novo, a própria implantação pode ficar mais barata porque o cabe amento de voz deixa de existir. "A economia é real, mas o custo da nova tecnologia é alto. Cada ponto de atendimento, em um contact center, custa de R$ 10 mil a R$ 15 mil. Então, não adianta falar em economia de cabeamento que representa, no máximo, 2% desse total", ressalta o diretor da Telefutura.

    A convergência entre plataformas também pode viabilizar projetos. A expansão da rede do Quadrilátero da Saúde da USP, que integra uma série de investimentos que estão sendo realizados pela instituição na área de telefonia IP, é um caso exemplar. O objetivo é ampliar a capacidade do complexo, formado pelas Faculdades de Medicina e de Saúde Pública e pela Escola de Enfermagem da USP, dos atuais 800 ramais para 1,2 mil. Alocadas em diversos prédios na região central de São Paulo, essas unidades necessitavam fazer a ampliação sem envolver obras civis que, além de causar transtorno para o trânsito, demandariam um investimento muito alto, por envolver prédios tombados pelo patrimônio histórico. O uso da solução da Siemens, empresa que ganhou a licitação para implantar todos os projetos de IP da instituição, possibilitou realizar a expansão usando a rede de dados existente.
     
    "Vamos ganhar com mobilidade entre os campi e a possibilidade de home office para professores, pesquisadores e funcionários, por meio do acesso remoto e seguro à USPnet. Além da economia em ligações e da mobilidade para os profissionais, o uso da nova tecnologia aprimora facilidades como áudio-conferência e a transferência de chamadas. Uma ligação para um ramal da USP pode ser transferida para um telefone externo em qualquer lugar do mundo", explica Paulo César Masiero, coordenador de TI da USP. Além do projeto do Quadrilátero da Saúde, o investimento da USP prevê telefonia IP para os campi das cidades de São Carlos, Ribeirão Preto e Piracicaba e, na capital, nas unidades do Butantã e da zona Leste, essa última 100% IP. Ao todo são cerca de 12 mil ramais telefônicos, sendo mais de mil terminais IP, na primeira fase.

    No caso da KalIan Modas, uma rede com 20 lojas espalhadas entre São Paulo e Rio de Janeiro, a opção por IP visou modernizar uma base instalada antiga, pulverizada e ineficiente. A solução fornecida pela Alcatel incluiu a implantação de uma rede de longo alcance, interligando todas as lojas e a matriz. "Mantivemos o PABX analógico do prédio central para não ter que trocar todos os terminais. Instalamos um PABX IP e 38 telefones IPs", descreve Carlos Almeida, gerente de TI da empresa.
     
    A ACS renova a base de acordo com sua ampliação. Em 2003, investiu na implantação de 500 novas posições no call center de Uberlândia (MG) e, agora, está construindo um novo site, em Campinas (SP), com cerca de 2 mil posições, todas com telefonia IP. "O primeiro investimento foi uma aposta. Os resultados superaram a nossa expectativa. A solução fornecida pela Avaya nos colocou à frente na utilização de um ambiente convergente", afirma Carlos Maurício Ferreira, diretor de TI da ACS.
    10月22日

    Web 2.0: tudo esta mudando ...

     
    A Web 2.0, 3.0 ou como quer que seja chamada já mudou a maneira como "entregaremos" sistemas e produtos daqui para frente. Assista este video para entender um pouco do que já esta por ai.
     
    []s
     
    Ubirajara Maia de Oliveira
     
     
                                                                        

    Video e Fotos da Inauguração do Datacenter Aconcagua

     
    Ola Amigos,
     
    Segue video da inauguração do novo Datacenter Aconcagua, um projeto com inicio, meio e fim !!!
     
    []s
     
    Ubirajara Maia de Oliveira
     
     
      
         
     
     
     
    10月17日

    Será que você é mais esperto do que um CIO?

    Será que você é mais esperto do que um CIO?

    Leia um relato sobre o trabalho de Stuar Scott, que está mudando a área de TI da Microsoft, e veja se sua rotina é semelhante a dele.

    Por Shane Schick, do TIBusiness.ca
    08 de outubro de 2007 - 07h00

    "A cultura da Microsoft é desafiadora. Todos parecem saber e ter opiniões sobre o trabalho de todo mundo. Certamente, há pessoas da Microsoft que acham que podem fazer o meu trabalho mas, na prática, não querem fazê-lo. Tenho certeza de que isso acontece com qualquer CIO."

    O parágrafo acima foi retirado de uma entrevista feita pelo Computerworld/USA com Stuart Scott, o CIO da Microsoft. Embora ele esteja em uma situação diferente, trabalhando na maior companhia de software do mundo, eu fiquei pensando a respeito deste comentário dele. Provavelmente, o que ele passa muitos outros CIOs também passam. Usuários de negócios estão chegando em um ponto em que eles acham que podem fazer o trabalho do CIO. Aliás, tão bem quanto ele dirige o departamento dele, ele poderia dirigir o departamento de TI. Agora, eles simplesmente exigem que o departamento de TI faça o que eles acham que deveria fazer.

    Scott, que veio da GE e outras grandes companhias, não está tão longe de seus pares como você pode talvez imaginar. Embora a Microsoft tenha uma tradição em que o departamento de TI faz a gestão da infra-estrutura principal, e outros departamentos rodam suas próprias aplicações. Assim que entrou na companhia, Scott tem mudado esta cultura. Em sua opinião: "porque TI tem de estar mais perto do negócio".

    Esta é uma questão sobre a qual muitas empresas terão de pensar muito nos próximos meses. O ideal é que TI dê poderes para que cada departamento rode seus aplicativos, ou o melhor é que a TI centralize isso, fazendo o caminho oposto: se aproximando ainda mais das áreas de negócios? A Microsoft escolheu um caminho. Mas acredito que esta tendência será cíclica, como é a tendência de centralização e descentralização de redes.

    Em alguns tempos será melhor estar perto do negócio, em outros não, dependendo do negócio. Se as linhas de negócios da Microsoft acham que podem continuar usando suas aplicações de forma independente, e fazer o trabalho de Scott, duvido que ele concorde com isto. Ele poderá provavelmente dirigir o RH, vendas, ou o financeiro, mas não fará isso tão bem quanto um profissional especializado.

    O fato é que, mesmo na Microsoft, cuja maioria dos empregados são experts em tecnologia, foi preciso buscar um CIO mais centralizador, como Stuart Scott, é muito possível que o restante das companhias tenham a tendência de fazer o mesmo.

    Certificação principal para CIO hoje é MBA

    Co-autor de livro da versão 3.0 do ITIL aponta que esse perfil é o fundamental para garantir a integração desejada entre os projetos de tecnologia e as áreas de negócio.

    Por Camila Fusco, do COMPUTERWORLD

    17 de outubro de 2007 - 16h05

     

    A principal certificação que um CIO bem sucedido deve ter atualmente não está relacionada a nenhum tema técnico. O que o gestor de sucesso precisa é de um MBA. Essa é a constatação de George Spalding, co-autor do livro Continual Service Improvement, da versão 3.0 da biblioteca ITIL.

    “O CIO que tem futuro é aquele que tem MBA e aspectos funcionais de negócio. Isso porque as equipes de negócio querem conversar com gente como eles, que se vestem como eles, que falam como eles, e não com um geek”, diz.

    Em visita ao Brasil, o executivo ressalta que esse perfil é o fundamental para garantir a integração desejada entre os projetos de tecnologia e as áreas de negócio. O executivo inclusive contestou a visão do tradicional “alinhamento de TI com o negócio”,
    na mesma linha de Sharon Taylor, que já havia falado sobre o assunto ao COMPUTERWORLD.

    “Quando falamos em alinhamento, partimos do pressuposto de que tecnologia não integra os negócios, e isso está errado. Precisamos fazer com que exista conexão, com que a tecnologia também se sinta parte integrante da empresa”, aponta.

    Spalding aponta ainda que este fenômeno não recai sobre outras áreas da empresa, como Recursos Humanos ou Marketing, por exemplo, o que indica que essas divisões já se sentem parte dos negócios da companhia.

    Vida vista por um celular ...

    Ola Amigos,
     
    Em tempos de Iphone e Ipod hoje foi criado um album com fotos tiradas do meu celular durante os três últimos anos.
     
    Interessante ver as fotos algum tempo depois e as situações do cotidiano.
     
    []s
     
    Ubirajara Maia de Oliveira
    8月8日

    Planeta Datasul - Case VOIP Digitro

    Ola Amigos,
     
    Na 13 edicao do Planeta Datasul apresentei o CASE Digitro de VOIP (Voz sobre IP) e participei de um painel com CIOs de nossos clientes conversando com a plateia das dificuldades encontrados no dia-a-dia de um gestor de tecnologia.
     
      
     
    A experiência realmente foi muito interessante e espero participar de mais espaços como este.
     
    []s
     
    Ubirajara Maia de Oliveira