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    December 12

    CIOs devem adotar medidas concretas para sair da crise

    Enquanto os efeitos da crise começam a aparecer, principalmente na forma de demissões, os CIOs se preparam para algumas mudanças que devem ocorrer em seus departamentos. De forma geral, os orçamentos parecem estar garantidos. No máximo devem crescer menos no próximo ano.
     
    Mas, é difícil achar algum executivo que não esteja esperando alguns impactos decorrentes do colapso do sistema financeiro mundial.
     
     
    []s
     
    Ubirajara
     
     
    June 17

    Quem não se comunica, se trumbica !


    Estes dias Warrent Buffet falou sobre uma das qualidades para uma carreira promissora. Este assunto esta relacionado diretamente com Governança de TI onde excelentes profissionais não conseguem utilizar linguagem adequada com a turma do "business". 
     

    - Falar bem tem grande impacto para vender e persuadir
    - Falar bem dá retorno para o executivo e para a organização
    - Falar bem não significa apenas falar bonito
    - Falar bem significa explorar e aperfeiçoar a comunicação já aprendida
    - Falar bem significa concatenar bem o raciocínio
    - Falar bem significa usar os argumentos com competência
     

    http://economia.uol.com.br/planodecarreira/artigos/polito/2008/05/26/ult4385u66.jhtm

    []s

    Ubirajara

    February 22

    Microsoft abre código-fonte do Windows

    Ola Amigos,
     
    Algumas pessoas me peguntam sobre as vantagens ter o código fonte aberto dos sistemas que sua empresa utiliza mais a resposta ainda esta longe de um consenso.
     
    Ponto para quem saiu na frente, é uma medida simpática de marketing !!!
     
    No caso da comunidade open source que nasceu assim é um dos motivos do sucesso e da contribuição feita em massa por milhares de desenvolvedores ao redor do mundo.
     
    A industria de software "tradicional" sempre trabalhou de maneira proprietária e pouco colaborativa, e entender que definições do plano de produto e nível de suporte serão "votados" por terceiros será um grande paradigma a ser vencido. Outro caso são os desenvolvimentos e contribuições especificas feitas pelos membros que causarão arrepios as areas de qualidade e entrega dos produtos.
     
    Vamos ver até que ponto realmente estas corporações estão dispostas a transformar seus negócios e ainda assim honrar os compromissos assumidos com seus acionistas e fornecedores. 
     
    []s
     
    Ubirajara
     

    Microsoft abre código-fonte do Windows

    Plantão | Publicada em 21/02/2008 às 14h26mAgências internacionais

    SÃO FRANCISCO - A gigante dos softwares Microsoft anunciou, nesta quarta-feira, que vai abrir o código-fonte do sistema operacional Windows e permitir, assim, o acesso ao DNA da plataforma. A decisão facilita o desenvolvimento de novos produtos e sistemas independentes, a integração dos sistemas de outras fabricantes e cumpre uma das exigências da Justiça Européia, que ameaçou voltar a multar a empresa por práticas monopolistas.

    Com esta nova estratégia a Microsoft segue tendência liderada pelo Google, que incentiva programadores a desenvolver softwares com base nos aplicativos do portal, e defendida pelos aliados das plataformas abertas, como o Linux.

    Em entrevista coletiva em Bruxelas, o responsável legal da Microsoft e um dos vice-presidentes da empresa, Brad Smith, comparou o código-fonte "ao DNA" do Windows e disse se trata "da descrição mais precisa e autorizada possível da tecnologia do sistema Windows".

    October 23

    Revista Amanha - Aos poucos, as empresas aprendem a conviver com as ferramentas eletrônicas de comunicação que podem aumentar ou diminuir a produtividade no trabalho

     

    Patrícia Mazocato

    Há nas empresas um duelo silencioso em que as armas são o mouse e o teclado. Empregados e empregadores lutam pelo controle das ferramentas tecnológicas que – para o bem e para o mal – tornaram tênue a separação entre casa e trabalho. Como o celular, o notebook e a internet levaram as urgências profissionais e os relatórios para dentro da rotina doméstica, fica cada vez mais difícil delimitar o ambiente corporativo e os momentos de lazer – e vice-versa. “Se eu me distraio horas na internet, durante o trabalho, quanto tempo eu gasto em casa na solução de problemas profissionais?”, questiona Tânia Gomes Bischoff, psicóloga organizacional e professora da PUC-RS..

    A invasão recíproca dos dois ambientes se evidencia nos resultados da Web@Work 2006, pesquisa realizada pelo segundo ano na América Latina pela Websense, empresa norte-americana de softwares de segurança e filtragem da internet. Ao serem questionados sobre o uso de aplicativos e sobre os hábitos de navegação na web dentro da empresa, 80% dos profissionais brasileiros revelaram gastar em média 4,7 horas por semana em sites não-relacionados ao trabalho. E a tendência é de alta: na pesquisa 2005, os brasileiros confessavam passar apenas 2,1 horas em navegação de lazer. Cresce também o acesso à pornografia on-line. Entre os entrevistados, 12% admitiram visitar sites desse tipo durante as horas de trabalho – ou em casa, mas com o notebook da empresa.

    O ícone das mensagens instantâneas com seu interminável pisca-pisca no lado direito da tela do micro dos funcionários é outro tormento para os gestores de Recursos Humanos. É que os programas como MSN, ICQ e até o Orkut estão substituindo bem depressa a antiga e pouco tecnológica “rádio cafezinho”.

    Na caminhada até a copa em busca de uma xícara de café é que o pessoal do escritório colocava em dia as fofocas do trabalho e da vida pessoal. A tecnologia da informação mudou até isso: na frente do teclado e da tela, com jeito de quem se estafa de trabalhar, os profissionais podem se dedicar a espalhar a mais nova maldade contra o chefe. O hábito de usar as ferramentas eletrônicas é tão forte que 64% dos funcionários brasileiros prefeririam deixar de tomar café da manhã a abrir mão do acesso à internet para fins pessoais no ambiente corporativo – dado também da Web@Work 2006.

    Acesso restrito – Na tentativa de evitar abusos e perda de produtividade pelo desvio da atenção no trabalho, as empresas impõem limites e definem políticas de acesso aos meios eletrônicos corporativos. “Estima-se que 66% das empresas do Paraná já tenham imposto algum tipo de restrição ao uso pessoal das ferramentas digitais em horário de trabalho”, afirma José Antônio Fares, presidente da ABRH-PR.

    Nas organizações em que as medidas restritivas são adotadas, pouca gente se sente à vontade para falar no assunto. “A decisão é antipática e as empresas têm vergonha de dizer que proíbem o acesso à internet”, declara um empresário que – claro – prefere não se identificar. Essa postura, no entanto, não é aprovada pelos especialistas em gestão de recursos humanos. “Não adianta deixar de falar no assunto. As novas tecnologias estão aí e as pessoas precisam ser orientadas”, resume Andrea Huggard-Caine, consultora de RH de São Paulo que tem entre seus clientes empresas como Unibanco, Dupont e Goodyear.

    Ao mesmo tempo em que distraem os colaboradores de suas funções, essas ferramentas trazem ganhos de produtividade: agilizam a busca de dados, a troca de informações e encurtam a distância dos contatos de negócios. Outro benefício é a redução de grandes e pequenos custos operacionais. Na Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) de Porto Alegre, por exemplo, o uso do MSN reduziu a conta dos telefones fixos de R$ 3,5 mil para R$ 2,8 mil por mês. “O desafio das empresas é dar acesso às ferramentas tecnológicas e fazer com que sejam usadas de maneira produtiva”, aponta Amadeo Magedanz, gerente administrativo e de TI da ESPM.

    É o que acontece, por exemplo, na Datasul, empresa de Joinville (SC) especializada no desenvolvimento de softwares de gestão. Ubirajara Maia de Oliveira, gerente de sistema e infra-estrutura, admite que a companhia é uma exceção no mercado. “Temos uma política diferenciada da maioria das empresas. Liberamos todos os recursos e fazemos a administração pelas exceções”, assegura. Com 2,4 mil profissionais em 36 unidades no Brasil e no exterior, o uso do MSN e do VoIP (transmissão de voz pela internet) faz uma economia de cerca de 40% nas contas telefônicas.