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5月20日

Pesquisa diz que 66% das empresas já adotaram ITIL

 

Dois terços das empresas de 14 países implementaram até agora as melhores práticas listas pela biblioteca ITIL. Estudo da Dimension Data, que ouviu 370 CIOs, diz que as sugestões de procedimentos levantadas pela biblioteca britânica é usada por 66% das empresas e domina em relação a outras alternativas.

Embora outros marcos de gestão de serviços de TI apresentem crescimento, o ritmo de crescimento é mais moderado e desfruta de aumento na adesão mais lento que o ITIL, de acordo com a Dimension Data.

Scott Petty, diretor de serviços da companhia, destaca que “cada vez mais empresas reconhecem o potencial das metodologias que os ajudam a obter uma maior alienação estratégica entre a área de TI e a de negócios, além de aumentar sua capacidade de empreender projetos de inovação e integrar mais firmemente tecnologia e processos críticos.

Entretanto, embora possa ser dito que a tendência afeta a maioria dos modelos de gestão, o estudo também revela que o ITIL “vive um momento de aceitação como padrão”. Se trata de uma alternativa escolhida por mais de 65% dos entrevistados desta investigação.

MOF e Six Sigma registram penetração respectivamente de 47% e de 41%. Oscilando entre 28% e 34% aparece estão frameworks como Prince 2, ISO, CMMi, ASL, Cobit e TQM, assim como as das metodologias Super e Agile (menos de 20%).

Os CIOs também pontuaram os distintos sistemas de melhores práticas em relação à amplitude, clareza, relevância e aplicabilidade em uma escala de 1 a 5. O ITIL foi o que teve melhor resultado, com média três, segundo o estudo.

A Dimension Data aponta que as características particulares do ITIL frente a outras metodologias. Primeiro, as atualizações, seu desenvolvimento e revisões periódicos são dirigidos por um grupo externo de provedores independentes.

Também conta com um glossário de termos previamente definidos, reduzindo assim as falhas de comunicação entre diferentes grupos. Finalmente, no exige a adoção de todas as partes da metodologia para que as empresas percebam os benefícios da implementação das práticas.

Computerworld, Espanha

4月16日

Microsoft, IBM, Totvs e Datasul, se reúnem pela 1ª vez

 
Microsoft, IBM, Totvs e Datasul, se reúnem pela 1ª vez 15/4/2008 17:04:00
Cada vez mais necessária para o bom andamento dos negócios de uma empresa, a utilização de tecnologias da informação é o principal tema de discussão do Congresso Governança de TI, que começa hoje no Hotel Blue Tree Faria Lima na capital paulista e vai até amanhã, quarta-feira, dia 16.

Entre os destaques do evento está a reunião de importantes executivos em uma mesa redonda para discutir a maximização do uso da TI e questões referentes ao planejamento estratégico dentro das companhias. Participarão do encontro Cezar Taurion, da IBM; Fábio Cunha, da Microsoft; Wagner Leite, da Totvs; e Ubirajara de Oliveira, da Datasul . Com início marcado para às 16h45, esta é a primeira vez que estas empresas se reúnem para debater sobre um assunto em comum. Além disso, outros CIO de empresas como Gol Transportes Aéreos, ABN AMRO BANK, PricewaterhouseCoopers e General Motors do Brasil, estão na grade de palestras do evento.

http://www.adnews.com.br/teste/novo/eventos.asp?Cod_Noticia=67836&Tipo=Eventos

[]s

Ubirajara

 


12月26日

Usuários não são clientes

 

Difícil de fazer esta separação no dia-a-dia, artigo bem interessante !!!
 
 
Mude a linguagem de sua equipe e torne o departamento de TI realmente focado no cliente
CIO
Publicada em 24 de dezembro de 2007 às 22h28
 
Se eu perguntasse se sua equipe de TI é suficientemente orientada ao cliente, o que você responderia? Descreveria como os gerentes de TI respondem aos pares de negócios? Mostraria as planilhas com todos os níveis de serviço alcançados? Apresentaria os resultados da pesquisa de satisfação interna? Sempre que escuto qualquer coisa dessas, penso “Aqui está mais um departamento de TI nada orientado ao cliente. Na verdade, está muito distante de seus clientes reais – aqueles que compram os serviços ou produtos de sua companhia.

Clientes x colegas
Clientes e empregados não querem as mesmas coisas. Se você ouvir os clientes em vez de ouvir seus colegas, pode entender que é mais importante resolver o problema de um cliente que completar uma ligação de um colega mais rápido.
Pare por um momento e reflita sobre quais métricas você vem usando para medir o desepenho de TI. Elas estão focadas em processos internos ou externos? Se a equipe de TI estiver ciente das questões que preocupam o cliente, nenhuma medida será considerada importante alem da taxa de retenção e atração de clientes.

Você é de TI ou do negócio?
Mesmo sendo senso comum que a maior parte dos negócios hoje não sobrevive sem uma TI robusta, a maior parte das pessoas usa termos como “a TI” e “o negócio” como se fossem coisas completamente distintas. Não existe nenhuma razão específica para manter a área de TI separada do negócio, física ou mentalmente.


Adote uma nova linguagem
Substitua a linguagem de TI por termos de negócios
Liguagem de TI                                x                          Liguagem de negócio
Cliente interno                                                               Parceiro de negócio
Cliente externo                                                              Cliente
Governança de TI                                                           Planos de investimento
TI e o negócio                                                                TI no negócio
Pares de negócios do CIO                                               CIO e outros lideres de negócio
Níveis de serviço internos                                                Padrões de excelência
Projetos de TI                                                                Projetos de negócios
Melhorias de funcionalidades                                           Mudanças de processos
Recursos                                                                       Pessoas


Encontre o foco
Comece a mudar o que você diz e como você pensa. Tente substituir a expressão cliente interno por parceiro de negócio sempre que se referir a um colega de trabalho que usa tecnologia. O propósito de mudar a terminologia é ajudar a mudar a mentalidade e, por conseqüência, o foco. Não que o foco vá mudar com a mudança de vocabulário, mas é um primeiro passo.
Não fale também sobre “o negócio”. Seja o negócio. Descubra o que o cliente quer e faça o possível para atendê-lo. Afinal, é o cliente quem paga o seu salário.

 
[]s
 
Ubirajara Maia de Oliveira
10月17日

Será que você é mais esperto do que um CIO?

Será que você é mais esperto do que um CIO?

Leia um relato sobre o trabalho de Stuar Scott, que está mudando a área de TI da Microsoft, e veja se sua rotina é semelhante a dele.

Por Shane Schick, do TIBusiness.ca
08 de outubro de 2007 - 07h00

"A cultura da Microsoft é desafiadora. Todos parecem saber e ter opiniões sobre o trabalho de todo mundo. Certamente, há pessoas da Microsoft que acham que podem fazer o meu trabalho mas, na prática, não querem fazê-lo. Tenho certeza de que isso acontece com qualquer CIO."

O parágrafo acima foi retirado de uma entrevista feita pelo Computerworld/USA com Stuart Scott, o CIO da Microsoft. Embora ele esteja em uma situação diferente, trabalhando na maior companhia de software do mundo, eu fiquei pensando a respeito deste comentário dele. Provavelmente, o que ele passa muitos outros CIOs também passam. Usuários de negócios estão chegando em um ponto em que eles acham que podem fazer o trabalho do CIO. Aliás, tão bem quanto ele dirige o departamento dele, ele poderia dirigir o departamento de TI. Agora, eles simplesmente exigem que o departamento de TI faça o que eles acham que deveria fazer.

Scott, que veio da GE e outras grandes companhias, não está tão longe de seus pares como você pode talvez imaginar. Embora a Microsoft tenha uma tradição em que o departamento de TI faz a gestão da infra-estrutura principal, e outros departamentos rodam suas próprias aplicações. Assim que entrou na companhia, Scott tem mudado esta cultura. Em sua opinião: "porque TI tem de estar mais perto do negócio".

Esta é uma questão sobre a qual muitas empresas terão de pensar muito nos próximos meses. O ideal é que TI dê poderes para que cada departamento rode seus aplicativos, ou o melhor é que a TI centralize isso, fazendo o caminho oposto: se aproximando ainda mais das áreas de negócios? A Microsoft escolheu um caminho. Mas acredito que esta tendência será cíclica, como é a tendência de centralização e descentralização de redes.

Em alguns tempos será melhor estar perto do negócio, em outros não, dependendo do negócio. Se as linhas de negócios da Microsoft acham que podem continuar usando suas aplicações de forma independente, e fazer o trabalho de Scott, duvido que ele concorde com isto. Ele poderá provavelmente dirigir o RH, vendas, ou o financeiro, mas não fará isso tão bem quanto um profissional especializado.

O fato é que, mesmo na Microsoft, cuja maioria dos empregados são experts em tecnologia, foi preciso buscar um CIO mais centralizador, como Stuart Scott, é muito possível que o restante das companhias tenham a tendência de fazer o mesmo.