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10月23日

Second Life nas empresas...

 
Até que ponto o Second Life realmente é importante para as empresas, esta moda já passou ou pode contribuir de algum modo?
 
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Ubirajara Maia de Oliveira
 
   

O que é um Wiki?

 
Este video explica o que é o conceito do Wiki e como ele pode ajudar na produtividade das empresas e pessoas.
 
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Ubirajara Maia de Oliveira
 
  
 

Datasul inaugura novo datacenter de US$ 1,5 milhão - ComputerWorld

Concluímos um grande projeto ... Não há duvidas ...

Datasul inaugura novo datacenter de US$ 1,5 milhão.

Companhia inaugura nova estrutura em Santa Catarina que atenderá suas operações e de clientes. A idéia é reforçar as operações para aumentar a oferta de software como serviço.

Por Camila Fusco, do COMPUTERWORLD em Joinville*
22 de outubro de 2007 - 07h00

A Datasul, empresa fornecedora de software de gestão, oficializou na última sexta-feira (19/10) seu novo datacenter localizado no município de Joinville (SC).

A nova estrutura, de 700 metros quadrados, fica na sede da companhia e demandou investimentos da ordem de 1,5 milhão de dólares. Segundo o presidente da Datasul, Jorge Steffens, inicialmente o local será destinado para operações internas da companhia, mas a idéia é abrigar também sistemas de clientes.

“A estratégia está alinhada com o crescimento da Datasul por meio de aquisições e também ao crescimento das franquias, que saltaram de 28 para 44 neste ano”, comentou durante a inauguração. Desde a abertura de capital, em junho do ano passado, foram seis as aquisições da companhia, nos ramos de saúde, agroindústria, finanças e outsourcing.

Miguel Abuhab, fundador da companhia, ressaltou ainda que a nova estrutura permitirá também incrementar a oferta de software como serviço. O local tem capacidade para 2 mil servidores e 16 mil usuários concorrentes e, virtualizado, pode chegar a 20 mil servidores e 160 mil usuários concorrentes.

Segundo o CIO, Ubirajara Maia de Oliveira, o novo datacenter será a estrutura principal de tecnologia da empresa, e a estrutura antiga, localizada no prédio ao lado, servirá como backup. Hoje 100% das operações das franquias já rodam no novo datacenter, enquanto cerca de 40% dos sistemas da corporação já foram migrados. A intenção é concluir o processo até o fim do ano.

“Os dois datacenters são interligados por estrutura de rádio e fibra óptica. Um dos destaques da nova estrutura está nas tecnologias verdes”, comenta o executivo, em referência aos atributos ecológicos pelos quais a companhia optou. Entre eles está incluída uma técnica especial de refrigeração com uso e reúso de água gelada que permite a economia de até 40% em energia.

Também na construção do parque de datacenter foram empregados cabos feitos de material reciclável. Virtualização também é outro ponto de apostas da companhia para evitar a incorporação de mais máquinas - hoje os fornecedores são HP e IBM. A idéia é atingir cerca de 60% das operações virtualizadas até 2009, volume que hoje está em 30%.

Ponto alto

Uma das curiosidades do novo datacenter está no nome e no contexto: Aconcágua, pico mais alto das Américas e do hemisfério sul que já foi escalado pelo CIO, Ubirajara Maia de Oliveira, em 1996. O primeiro datacenter da companhia já trazia também o nome de um dos vulcões escalados pelo executivo, Licancabur, na divisa do Chile e da Bolívia.

O próximo destino do executivo, que aposta nas pedaladas para se preparar fisicamente, deve ser a Ásia, o que indica que um futuro prédio da companhia poderá assumir nomes de locais desse continente.

  datasul

 

Revista Amanha - Aos poucos, as empresas aprendem a conviver com as ferramentas eletrônicas de comunicação que podem aumentar ou diminuir a produtividade no trabalho

 

Patrícia Mazocato

Há nas empresas um duelo silencioso em que as armas são o mouse e o teclado. Empregados e empregadores lutam pelo controle das ferramentas tecnológicas que – para o bem e para o mal – tornaram tênue a separação entre casa e trabalho. Como o celular, o notebook e a internet levaram as urgências profissionais e os relatórios para dentro da rotina doméstica, fica cada vez mais difícil delimitar o ambiente corporativo e os momentos de lazer – e vice-versa. “Se eu me distraio horas na internet, durante o trabalho, quanto tempo eu gasto em casa na solução de problemas profissionais?”, questiona Tânia Gomes Bischoff, psicóloga organizacional e professora da PUC-RS..

A invasão recíproca dos dois ambientes se evidencia nos resultados da Web@Work 2006, pesquisa realizada pelo segundo ano na América Latina pela Websense, empresa norte-americana de softwares de segurança e filtragem da internet. Ao serem questionados sobre o uso de aplicativos e sobre os hábitos de navegação na web dentro da empresa, 80% dos profissionais brasileiros revelaram gastar em média 4,7 horas por semana em sites não-relacionados ao trabalho. E a tendência é de alta: na pesquisa 2005, os brasileiros confessavam passar apenas 2,1 horas em navegação de lazer. Cresce também o acesso à pornografia on-line. Entre os entrevistados, 12% admitiram visitar sites desse tipo durante as horas de trabalho – ou em casa, mas com o notebook da empresa.

O ícone das mensagens instantâneas com seu interminável pisca-pisca no lado direito da tela do micro dos funcionários é outro tormento para os gestores de Recursos Humanos. É que os programas como MSN, ICQ e até o Orkut estão substituindo bem depressa a antiga e pouco tecnológica “rádio cafezinho”.

Na caminhada até a copa em busca de uma xícara de café é que o pessoal do escritório colocava em dia as fofocas do trabalho e da vida pessoal. A tecnologia da informação mudou até isso: na frente do teclado e da tela, com jeito de quem se estafa de trabalhar, os profissionais podem se dedicar a espalhar a mais nova maldade contra o chefe. O hábito de usar as ferramentas eletrônicas é tão forte que 64% dos funcionários brasileiros prefeririam deixar de tomar café da manhã a abrir mão do acesso à internet para fins pessoais no ambiente corporativo – dado também da Web@Work 2006.

Acesso restrito – Na tentativa de evitar abusos e perda de produtividade pelo desvio da atenção no trabalho, as empresas impõem limites e definem políticas de acesso aos meios eletrônicos corporativos. “Estima-se que 66% das empresas do Paraná já tenham imposto algum tipo de restrição ao uso pessoal das ferramentas digitais em horário de trabalho”, afirma José Antônio Fares, presidente da ABRH-PR.

Nas organizações em que as medidas restritivas são adotadas, pouca gente se sente à vontade para falar no assunto. “A decisão é antipática e as empresas têm vergonha de dizer que proíbem o acesso à internet”, declara um empresário que – claro – prefere não se identificar. Essa postura, no entanto, não é aprovada pelos especialistas em gestão de recursos humanos. “Não adianta deixar de falar no assunto. As novas tecnologias estão aí e as pessoas precisam ser orientadas”, resume Andrea Huggard-Caine, consultora de RH de São Paulo que tem entre seus clientes empresas como Unibanco, Dupont e Goodyear.

Ao mesmo tempo em que distraem os colaboradores de suas funções, essas ferramentas trazem ganhos de produtividade: agilizam a busca de dados, a troca de informações e encurtam a distância dos contatos de negócios. Outro benefício é a redução de grandes e pequenos custos operacionais. Na Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) de Porto Alegre, por exemplo, o uso do MSN reduziu a conta dos telefones fixos de R$ 3,5 mil para R$ 2,8 mil por mês. “O desafio das empresas é dar acesso às ferramentas tecnológicas e fazer com que sejam usadas de maneira produtiva”, aponta Amadeo Magedanz, gerente administrativo e de TI da ESPM.

É o que acontece, por exemplo, na Datasul, empresa de Joinville (SC) especializada no desenvolvimento de softwares de gestão. Ubirajara Maia de Oliveira, gerente de sistema e infra-estrutura, admite que a companhia é uma exceção no mercado. “Temos uma política diferenciada da maioria das empresas. Liberamos todos os recursos e fazemos a administração pelas exceções”, assegura. Com 2,4 mil profissionais em 36 unidades no Brasil e no exterior, o uso do MSN e do VoIP (transmissão de voz pela internet) faz uma economia de cerca de 40% nas contas telefônicas.

Valor Econômico - Soluções - O futuro chega aos poucos

Valor Econômico - Soluções
O futuro chega aos poucos
Por Shirley Ribeiro

Adoção da tecnologia IP no Brasil segue ritmo mais lento, porque o parque de centrais analógicas ainda é grande

"Não tem mais volta". A frase resume de forma incontestável o sentimento do mercado em relação à telefonia IP. A tecnologia comutada continuará convivendo, mais ou menos em harmonia, com os novos sistemas de transmissão de voz sobre uma rede de dados, mas o futuro já aponta, claramente, na direção da substituição gradual de todo o mundo construído a partir da invenção do telefone tradicional.
Centrais telefônicas analógicas e digitais só sobreviverão, daqui para diante, se estiverem preparadas para a integração com equipamentos de telefonia IP. "No mercado mundial, até 2015, a telefonia IP será uma tecnologia de uso corrente", constata Juan Fernandez, especialista em telefonia corporativa do Gartner Group. De acordo com as pesquisas realizadas pelo instituto, o processo de migração está mais lento no Brasil, até mesmo em relação a outros países da América Latina como Chile e México. "Isso ocorre, principalmente, porque o parque instalado de centrais analógicas e digitais brasileiro é maior e mais moderno do que o de outros países", explica. Mas as corporações brasileiras já estão olhando a telefonia IP como alternativa viável", enfatiza o consultor.

O crescimento nessa direção, especialmente a partir de 2005, foi sustentado pela ação direta dos fabricantes que resolveram injetar ânimo no mercado, lançando produtos e soluções, treinando a força-de-venda e oferecendo vantagens comerciais. A disputa envolve os tradicionais fabricantes de equipamentos de telefonia que lançam soluções híbridas para aproveitar o parque instalado. E também as empresas do mercado de dados, como a Cisco, que defende a adoção de telefonia IP pura; e a 3Com, mais inclinada a oferecer soluções modulares integradas ao parque instalado. Tem ainda a Avaya, que recorre à sua origem no setor de telefonia, para trabalhar em todos os ambientes. "Ternos produtos para oferecer soluções de acordo com a necessidade de migração do cliente", garante Márcio Mattos, presidente da empresa.

"Em cinco anos, cerca de metade dos terminais de voz das corporações vão falar por meio de uma estrutura de voz sobre IP", afirma Sílvio Naemura, diretor da NEC Solutions, divisão que atende o segmento corporativo e de governo. "No Brasil, cerca de 5% dos terminais realizaram a migração e, em 2008, a telefonia IP terá 35% do mercado, em soluções híbridas ou puras", prevê o executivo. Lourinaldo Silva, diretor de soluções para o mercado corporativo da Alcatel, concorda com a previsão de ampla expansão do mercado até 2010. "Em 2005, o volume de vendas na área de telefonia triplicou em relação a 2004, representando, hoje, cerca de 30% dos nossos negócios", afirma o executivo. A 3Com contabiliza 20% de sua receita total mundial em negócios de telefonia IP. "No Brasil, os números não são muito diferentes", garante o diretor geral, Vittorino Datrino. Nenhum deles revela o valor das vendas em telefonia IP.

Outro ponto destacado pelos executivos dessas empresas é a predominância, no Brasil, de investimentos em sistemas híbridos. "A convergência é uma realidade que será absorvida gradualmente pelo mercado brasileiro, sobretudo com o uso de soluções híbridas. Somente 20% dos terminais das corporações têm funções digitais. A maior parte do parque instalado ainda é analógica. O uso de terminal IP será seletivo, porque ele é muito mais caro e a maioria dos colaboradores das empresas ainda não precisa desse nível de tecnologia", acredita Marcos Cunha, diretor geral da Siemens. "Ternos percebido o crescimento dos investimentos, principalmente, por parte das empresas que têm base tecnológica forte", observa Anilton Valverde, diretor comercial da Dígitro, que fornece soluções híbridas com centrais digitais.

De acordo com pesquisa do Yankee Group, realizada no primeiro semestre deste ano, com 550 gestores de TI e telecom de empresas brasileiras de todos os portes, 50% das grandes empresas têm planos para implantar telefonia IP nos próximos três anos. Entre as de menor porte, o índice cai, mas é significativo: 33% nas pequenas e 41% nas médias. De olho nesse segmento, a Intelbras treina a equipe de vendas e prepara o lançamento de produtos. "A nossa base instalada vai ter todas as condições para migrar, de forma gradual, para a nova tecnologia", ressalta Antônio de Bonis, diretor comercial da empresa nacional que lidera o mercado de centrais analógicas de pequeno porte.

A Ericsson tem produtos para atender a empresas de qualquer tamanho, mas está apostando no outsourcing para conquistar pequenas e médias empresas. "A empresa terceiriza o equipamento, fazendo o salto tecnológico sem mudar sua estrutura interna e sem fazer investimento alto", explica Freddy Van Laer, executivo da área de estratégia em soluções da Ericsson.

Diante das previsões otimistas, a concorrência está acirrada. O momento é favorável ao fechamento de bons contratos para o usuário corporativo. "Quem está preparado pode aproveitar essa verdadeira guerra de preços", avalia João de Faria Daniel, diretor comercial do contact center Telefutura, que administra 3,6 mil posições de atendimento espalhadas em cinco sites. A empresa acaba de investirem uma solução IP,fornecida pela Siemens, para ampliar o site do Rio de Janeiro em 150 posições. E tem projeto pronto para instalar um novo contact center, no interior de São Paulo, que terá 1,5 mil PAs, em telefonia IP pura. "Ainda estamos decidindo o fornecedor do novo investimento. Para nós, o custo não está sendo tão alto, já que conseguimos descontos pela escala do projeto e em função da concorrência. Mas, mesmo assim, eu não vou trocar o parque inteiro. Vou fazer aos poucos e de acordo com as necessidades", destaca Daniel.
Atualmente, o banco Itaú desenvolve diversos projetos com diferentes fabricantes. "Nosso parque instalado é grande e variado, o que nos permite ganhar em escala. Quem se mostrar mais eficiente, tanto na negociação como na solução, vai ganhar mais terreno", explica o diretor de TI da instituição,João Bezerra, acrescentando que a plataforma atual de telefonia do Itaú é dividida entre centrais da Nortel e da Ericsson, enquanto a rede de dados é da Cisco.

Para Márcio Lermen, diretor de TI da Sincredi, companhia de crédito gaúcha, quem vai ao mercado buscar soluções de telefonia IP tem que fazer licitação. Cinco empresas - 3Com, Cisco, Avaya, Nortel e Siemens - apresentaram projetos para a migração total da plataforma de telefonia da Sincredi. Venceu a proposta da 3Com. "O contrato de aluguel da central digital que usávamos, da Siemens, estava terminando. Decidimos pela migração total para IP Puro. Todas as empresas apresentaram boas soluções, mas a 3Com ganhou porque atendia a todos os requisitos e era a mais barata. Nós sabíamos o que queríamos, mas o processo de licitação ajudou a escolher o melhor modelo", afirma Lermen.

O consultor do Gartner recomenda precaução na hora de investir. "É preciso enxergar de forma integral as vantagens oferecidas pelo ambiente de convergência voz e dados, sabendo que a redução do custo com telefonia, aparentemente o ganho principal, se evapora como justificativa logo no primeiro ano", afirma Juan Fernandez.

Flexibilidade e mobilidade para as equipes de trabalho são as principais vantagens citadas por fabricantes e usuários corporativos que trabalham com telefonia IP. Velocidade e facilidade de implantação é outro ganho apontado por empresas que demandam crescimento rápido, como os call centers, ou que fazem mudanças de layout dos escritórios com freqüência. "Antes, qualquer mudança era um transtorno, agora não tem custo quase nenhum e é tudo muito mais rápido", reforça Alberto Brisola, diretor de recursos humanos da Orade. A empresa empreendeu um projeto de migração total de toda a comunicação da América Latina, com uma solução de IP puro, fornecida pela Cisco. "Em 24 meses, só com a redução do custo de telefonia, o investimento já foi totalmente pago", assegura Brisola.

Inteligência na comunicação de voz é, no entanto, o aspecto que irá sobressair no futuro. "Nos sistemas comutados, as funcionalidades dependiam do hardware. Em IP, toda a inteligência está no software, que pode ser desenvolvido de acordo com as necessidades do negócio", diz Mattos, da Avaya. Entre as aplicações mais utilizadas está o correio de voz, conferências, sistemas de mensagens unificadas e recursos de gravação automática. "Estamos desenvolvendo aplicações e temos contratos com desenvolvedores que vão criar aplicações variadas para serem homologadas pela 3Com, complementa Vittorino Datrino.

Redução de custos de telefonia é apenas a ponta do iceberg, e não é desprezível, sobretudo para corporações que pagam contas altas com ligações interurbanas ou internacionais. O Itaú está economizando cerca de R$ 1 milhão por ano graças à implantação de três diferentes soluções IP, iniciada em 2002. Primeiro, o banco interligou todas as centrais telefônicas PABX por rede de dados. No ano seguinte, conectou as pontas internacionais com tecnologia IP. Em 2004, atualizou as centrais de atendimento ao cliente. No momento, o banco decidiu modernizar o contact center com uma solução híbrida da Nortel, fabricante das centrais de PABX usadas pelo setor desde 1991. "Já migramos 200 das 1,9 mil posições do contact center e devemos chegar a 500 até o final do ano", conta Bezerra.

Já a Datasul, empresa catarinense de software de gestão, reduziu em 25% os custos totais de telefonia só com a instalação de uma central híbrida, em São Paulo, fornecida pela Dígitro. "As ligações de Joinville para os nossos clientes paulistas, que representam cerca de 60% da carteira, passaram a ser locais, assim como as que recebemos deles", diz Ubirajara Maia de Oliveira, gerente corporativo de TI da empresa. Foi apenas o início. Até o final de 2006, a empresa terá todos os 2 mil terminais em uso na plataforma IP e o novo prédio, que está sendo construído em Joinville, utilizará solução de telefonia IP sem fio.

Ao unificar as redes de voz e dados, a redução de custo não aparece só na conta telefônica. "A gestão unificada traz economia e qualidade para a empresa, porque passa a ter as facilidades que existem na gestão de dados, com relatórios de performance, análise de tráfego e todas as informações que o administrador precisar", afirma Luis Car/os Machado, especialista em telefonia IP da Cisco.
No caso de um empreendimento novo, a própria implantação pode ficar mais barata porque o cabe amento de voz deixa de existir. "A economia é real, mas o custo da nova tecnologia é alto. Cada ponto de atendimento, em um contact center, custa de R$ 10 mil a R$ 15 mil. Então, não adianta falar em economia de cabeamento que representa, no máximo, 2% desse total", ressalta o diretor da Telefutura.

A convergência entre plataformas também pode viabilizar projetos. A expansão da rede do Quadrilátero da Saúde da USP, que integra uma série de investimentos que estão sendo realizados pela instituição na área de telefonia IP, é um caso exemplar. O objetivo é ampliar a capacidade do complexo, formado pelas Faculdades de Medicina e de Saúde Pública e pela Escola de Enfermagem da USP, dos atuais 800 ramais para 1,2 mil. Alocadas em diversos prédios na região central de São Paulo, essas unidades necessitavam fazer a ampliação sem envolver obras civis que, além de causar transtorno para o trânsito, demandariam um investimento muito alto, por envolver prédios tombados pelo patrimônio histórico. O uso da solução da Siemens, empresa que ganhou a licitação para implantar todos os projetos de IP da instituição, possibilitou realizar a expansão usando a rede de dados existente.
 
"Vamos ganhar com mobilidade entre os campi e a possibilidade de home office para professores, pesquisadores e funcionários, por meio do acesso remoto e seguro à USPnet. Além da economia em ligações e da mobilidade para os profissionais, o uso da nova tecnologia aprimora facilidades como áudio-conferência e a transferência de chamadas. Uma ligação para um ramal da USP pode ser transferida para um telefone externo em qualquer lugar do mundo", explica Paulo César Masiero, coordenador de TI da USP. Além do projeto do Quadrilátero da Saúde, o investimento da USP prevê telefonia IP para os campi das cidades de São Carlos, Ribeirão Preto e Piracicaba e, na capital, nas unidades do Butantã e da zona Leste, essa última 100% IP. Ao todo são cerca de 12 mil ramais telefônicos, sendo mais de mil terminais IP, na primeira fase.

No caso da KalIan Modas, uma rede com 20 lojas espalhadas entre São Paulo e Rio de Janeiro, a opção por IP visou modernizar uma base instalada antiga, pulverizada e ineficiente. A solução fornecida pela Alcatel incluiu a implantação de uma rede de longo alcance, interligando todas as lojas e a matriz. "Mantivemos o PABX analógico do prédio central para não ter que trocar todos os terminais. Instalamos um PABX IP e 38 telefones IPs", descreve Carlos Almeida, gerente de TI da empresa.
 
A ACS renova a base de acordo com sua ampliação. Em 2003, investiu na implantação de 500 novas posições no call center de Uberlândia (MG) e, agora, está construindo um novo site, em Campinas (SP), com cerca de 2 mil posições, todas com telefonia IP. "O primeiro investimento foi uma aposta. Os resultados superaram a nossa expectativa. A solução fornecida pela Avaya nos colocou à frente na utilização de um ambiente convergente", afirma Carlos Maurício Ferreira, diretor de TI da ACS.
10月22日

Web 2.0: tudo esta mudando ...

 
A Web 2.0, 3.0 ou como quer que seja chamada já mudou a maneira como "entregaremos" sistemas e produtos daqui para frente. Assista este video para entender um pouco do que já esta por ai.
 
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Ubirajara Maia de Oliveira
 
 
                                                                    

Video e Fotos da Inauguração do Datacenter Aconcagua

 
Ola Amigos,
 
Segue video da inauguração do novo Datacenter Aconcagua, um projeto com inicio, meio e fim !!!
 
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Ubirajara Maia de Oliveira
 
 
  
     
 
 
 
10月17日

Será que você é mais esperto do que um CIO?

Será que você é mais esperto do que um CIO?

Leia um relato sobre o trabalho de Stuar Scott, que está mudando a área de TI da Microsoft, e veja se sua rotina é semelhante a dele.

Por Shane Schick, do TIBusiness.ca
08 de outubro de 2007 - 07h00

"A cultura da Microsoft é desafiadora. Todos parecem saber e ter opiniões sobre o trabalho de todo mundo. Certamente, há pessoas da Microsoft que acham que podem fazer o meu trabalho mas, na prática, não querem fazê-lo. Tenho certeza de que isso acontece com qualquer CIO."

O parágrafo acima foi retirado de uma entrevista feita pelo Computerworld/USA com Stuart Scott, o CIO da Microsoft. Embora ele esteja em uma situação diferente, trabalhando na maior companhia de software do mundo, eu fiquei pensando a respeito deste comentário dele. Provavelmente, o que ele passa muitos outros CIOs também passam. Usuários de negócios estão chegando em um ponto em que eles acham que podem fazer o trabalho do CIO. Aliás, tão bem quanto ele dirige o departamento dele, ele poderia dirigir o departamento de TI. Agora, eles simplesmente exigem que o departamento de TI faça o que eles acham que deveria fazer.

Scott, que veio da GE e outras grandes companhias, não está tão longe de seus pares como você pode talvez imaginar. Embora a Microsoft tenha uma tradição em que o departamento de TI faz a gestão da infra-estrutura principal, e outros departamentos rodam suas próprias aplicações. Assim que entrou na companhia, Scott tem mudado esta cultura. Em sua opinião: "porque TI tem de estar mais perto do negócio".

Esta é uma questão sobre a qual muitas empresas terão de pensar muito nos próximos meses. O ideal é que TI dê poderes para que cada departamento rode seus aplicativos, ou o melhor é que a TI centralize isso, fazendo o caminho oposto: se aproximando ainda mais das áreas de negócios? A Microsoft escolheu um caminho. Mas acredito que esta tendência será cíclica, como é a tendência de centralização e descentralização de redes.

Em alguns tempos será melhor estar perto do negócio, em outros não, dependendo do negócio. Se as linhas de negócios da Microsoft acham que podem continuar usando suas aplicações de forma independente, e fazer o trabalho de Scott, duvido que ele concorde com isto. Ele poderá provavelmente dirigir o RH, vendas, ou o financeiro, mas não fará isso tão bem quanto um profissional especializado.

O fato é que, mesmo na Microsoft, cuja maioria dos empregados são experts em tecnologia, foi preciso buscar um CIO mais centralizador, como Stuart Scott, é muito possível que o restante das companhias tenham a tendência de fazer o mesmo.

Certificação principal para CIO hoje é MBA

Co-autor de livro da versão 3.0 do ITIL aponta que esse perfil é o fundamental para garantir a integração desejada entre os projetos de tecnologia e as áreas de negócio.

Por Camila Fusco, do COMPUTERWORLD

17 de outubro de 2007 - 16h05

 

A principal certificação que um CIO bem sucedido deve ter atualmente não está relacionada a nenhum tema técnico. O que o gestor de sucesso precisa é de um MBA. Essa é a constatação de George Spalding, co-autor do livro Continual Service Improvement, da versão 3.0 da biblioteca ITIL.

“O CIO que tem futuro é aquele que tem MBA e aspectos funcionais de negócio. Isso porque as equipes de negócio querem conversar com gente como eles, que se vestem como eles, que falam como eles, e não com um geek”, diz.

Em visita ao Brasil, o executivo ressalta que esse perfil é o fundamental para garantir a integração desejada entre os projetos de tecnologia e as áreas de negócio. O executivo inclusive contestou a visão do tradicional “alinhamento de TI com o negócio”,
na mesma linha de Sharon Taylor, que já havia falado sobre o assunto ao COMPUTERWORLD.

“Quando falamos em alinhamento, partimos do pressuposto de que tecnologia não integra os negócios, e isso está errado. Precisamos fazer com que exista conexão, com que a tecnologia também se sinta parte integrante da empresa”, aponta.

Spalding aponta ainda que este fenômeno não recai sobre outras áreas da empresa, como Recursos Humanos ou Marketing, por exemplo, o que indica que essas divisões já se sentem parte dos negócios da companhia.

Vida vista por um celular ...

Ola Amigos,
 
Em tempos de Iphone e Ipod hoje foi criado um album com fotos tiradas do meu celular durante os três últimos anos.
 
Interessante ver as fotos algum tempo depois e as situações do cotidiano.
 
[]s
 
Ubirajara Maia de Oliveira