| Ubirajara 的个人资料Navegar é preciso, gover...照片日志列表 | 帮助 |
|
|
1月22日 Como ser bem-sucedido na integração pós-fusãoComo ser bem-sucedido na integração pós-fusãoExecutivos brasileiros e norte-americanos contam como lidam com a integração de empresas e suas áreas de TI após um processo de aquisição. Por Clara Maranhão, especial para o COMPUTERWORLD22 de janeiro de 2008 - 08h00
Uma reunião com toda a equipe é convocada às pressas na primeira hora de quinta-feira. O vice-presidente da divisão dá a ótima notícia: a aquisição de uma empresa foi concluída e a integração ocorrerá nos próximos 120 dias. Responsável pela liderança dos projetos de TI, você percebe que terá de reformular suas prioridades. Se sua empresa nunca passou por isso, talvez você nem sequer imagine por onde deve começar. E, mesmo que esta não seja sua primeira fusão, a verdade é que cada situação é única. Apesar de não haver regra para um projeto de integração ser bem-sucedido, alguns líderes de TI compartilham suas experiências e dão dicas de como enfrentar uma situação como esta de modo a garantir seu sucesso. Comece conceitualmente "Gasta-se muito tempo com áreas de negócios para entender como eles pretendem montar os processos e, a partir daí, entender como será conduzida a integração", diz Paulo Franco, diretor de TI da Liberty Seguros. O executivo – que conta com a experiência de nove fusões e aquisições ao longo de sua carreira – está, neste momento, à frente do processo de integração dos departamentos de TI da Liberty e da Indiana Seguros, comprada recentemente. Ele explica que, no caso Liberty-Indiana, o enfoque envolve preceitos de negócios e deve ser baseado nas diretrizes da matriz e na clareza sobre o que quer se manter de bom de cada empresa. "Só a partir desse mapeamento e das definições dos interesses de negócios que se deve permear isso por todas as áreas até chegar aos sistemas", avalia.
"É muito importante entender em que estágio está a empresa adquirida, até para se ter uma idéia de quanto tempo será necessário para assumir a gestão da companhia", explica Fábio Faria, vice-presidente de tecnologia da informação da Votorantim Industrial. Segundo Faria, é nesse momento que se avalia o grau de esforço e de investimento que serão necessários para assumir essa gestão no menor tempo possível. "Não se trata apenas de instalação de sistemas. Por isso, é bastante prudente avaliarmos toda a estrutura antes de fazer previsões", alerta. Conhecida no mercado por seu espírito 'comprador', as aquisições são preocupações constantes para a Votorantim. Porém, graças à unificação e homogeneização de infra-estrutura, dados e sistemas, o conglomerado conquistou mais simplicidade nos processos de integração. Ou seja, com um modelo de gestão baseado em melhores práticas definido para todos os negócios da Votorantim Industrial, o processo de aquisição torna-se mais simples com a possibilidade de replicação do modelo. Foi graças ao projeto Integra (como foi chamada a unificação tecnológica de todos os negócios do grupo) que a Votorantim conseguiu, por exemplo, concluir em cerca de quatro meses a incorporação de uma empresa peruana voltada à manufatura de zinco, na época com faturamento em torno de 350 milhões de dólares. "Havia a necessidade de integrar muito rapidamente", relembra Faria. "Fizemos um alinhamento muito grande de processos e de informações (sem falar de ERP ou sistemas), analisamos os principais gaps e nos dedicamos à adaptação das regras fiscais e tributárias. Os demais processos foram praticamente os mesmos do Brasil." Mesmo assim, o executivo destaca a importância de se evitar a idéia de adotar na empresa adquirida tudo o que se faz na matriz, da mesma maneira. "É importante ter bom-senso. Se houver resistência, o projeto pode ser um desastre. Por isso, é decisivo ter muita humildade, muito critério e sempre buscar um bom acordo", diz Faria. A situação segue esta linha no caso Liberty-Indiana. De acordo com Franco, apesar de grande parte das orientações partirem da matriz da Liberty, nos Estados Unidos, os processos e modelos bem-sucedidos na Indiana devem ser mantidos. Um dos exemplos citados pelo executivo é o cuidado que vem sendo tomado em relação aos canais, especialmente as concessionárias. "Não podemos quebrar o nível de serviço que vem sendo dado até hoje." Avalie os gaps de tecnologia Muitas vezes, a companhia adquirida encontra-se em uma situação muito diferente da que temos na Votorantim no que se refere a PCs, notebooks, links de comunicação, rede local etc..", comenta Faria, explicando que há um check-list de infra-estrutura e de sistemas para garantir que seja possível a incorporação sem a necessidade de upgrades. Tom L. Barnett, diretor de programa de uma grande empresa de serviços de TI norte-americana, onde é responsável pelo gerenciamento de programas de TI para os clientes, compartilha a opinião do VP da Votorantim. "Em geral, peço que um arquiteto-sênior e o engenheiro-chefe de rede me acompanhem em uma visita ao novo local. Quero uma lista dos tipos de tecnologia que o novo grupo possui e do equipamento com que precisaremos trabalhar. Também preciso entender o contexto de atuação da nova empresa", conta Barnett. O executivo destaca também a importância de se mapear os pontos de interação dos dados, as rotas de rede e os ativos (e políticas) de segurança. "A integridade dos dados é o que acaba trazendo mais problemas se não for abordado no início.", avalia Barnett. "Além disso, é uma hora particularmente boa para começar a documentar ou rever a segurança", garante. Em sua opinião, se a empresa adquirida não implementou deliberadamente uma abordagem de segurança formal, então é provável que, ao longo dos anos, suas políticas de segurança tenham sido corrigidas aleatoriamente, sem lógica ou documentação. Organize-se • Rede: Com que locais a empresa adquirida tem de se comunicar? Como se dá esta comunicação? De que locais ela envia e recebe dados? Neste ponto, um engenheiro de rede experiente, capaz de decifrar como os sistemas se comunicam, tem um valor inestimável. Software: Na nova companhia, TI executa quais serviços ou funções de negócio para o cliente? Quais aplicativos são utilizados para financeiro, folha de pagamento, produção, vendas e e-mail? • Dados: Este é um ponto muito importante. Encontre e documente onde todos os dados residem. Quem (e o que) usa cada um dos dados? Qual a freqüência de backup? Como os dados são restaurados em caso de desastre? Quem tem acesso a eles? Que caminhos eles percorrem? O desafio da gestão de pessoas Um dos pontos mais críticos em qualquer processo de fusão ou aquisição está nas pessoas. É preciso ter em mente que, se sentirem ameaçadas, os profissionais provavelmente criarão resistência – o que pode tornar tudo muito mais complicado. "Fusão é gestão de mudanças", esclarece Franco, da Liberty. Para evitar problemas, comece conhecendo sua nova equipe. Quais são os profissionais de TI e suas responsabilidades? Você pode tentar checar com o departamento de recursos humanos, mas provavelmente eles não poderão lhe dizer o que o pessoal de TI realmente faz. Pode ser mais útil – e mais simpático –envolver-se diretamente e entrevistar cada um dos membros da equipe. Assim, além de ter uma idéia do que eles fazem e são capazes de fazer, você terá a chance de conhecê-los como pessoas. Outro aspecto importante apontado por Faria, da Votorantim, é ter uma equipe que esteja muito bem capacitada não só em termos de projetos e tecnologia, mas também preparada para lidar com diversas culturas. "A equipe ideal tem de ser altamente qualificada, multi-cultural e ter habilidade em negociar, se relacionar e buscar o 'ganha-ganha'. Um mal-relacionamento pode complicar todo um projeto", garante. Obviamente, os problemas culturais e de pessoas não estão apenas na área de TI – e tampouco dependem apenas da postura do CIO. Contar com uma boa estratégia corporativa de gestão de mudanças ajuda, e muito. "Os líderes antigos (da Indiana) estão no conselho da nova empresa. Isto significa que as pessoas continuam vendo os mesmos líderes e, assim, sentem mais confiança. Esta postura é decisiva, especialmente no caso de empresas como a Indiana, que tem uma maneira de apaixonar seus funcionários", conclui Franco. []s Ubirajara Maia de Oliveira 1月14日 The Big Switch: Rewiring the World from Edison to GoogleO departamento de TI morreu?Novo livro de Nicholas Carr prevê que a adoção de utility computing substituirá as instalações de TI atuais. Previsões também são sombrias para os profissionais. Por Network World, EUA14 de janeiro de 2008 - 08h00
página 1 de 4
O departamento de TI já morreu e a mudança para utility computing matará esta carreira corporativa. É o que prevê Nicholas Carr em seu novo livro "The Big Switch: Rewiring the World from Edison to Google". Carr é mais conhecido por seu provocador artigo "IT Doesn’t Matter", publicado em 2003 pela Harvard Business Review, no qual afirmou que os investimentos em TI não proporcionavam vantagens estratégicas às empresas porque tão logo uma empresa adotava uma tecnologia nova, seus concorrentes faziam o mesmo. O artigo da Harvard Business Review transformou Carr no inimigo jurado dos fabricantes de hardware e software, entre eles Microsoft, Intel e HP, bem como dos CIOs e de outros profissionais de TI. Com seu novo livro, Carr provavelmente atrairá ainda mais ira destas pessoas. "É improvável que o departamento de TI sobreviva no longo prazo, pelo menos não em sua forma familiar", escreve Carr. "Ele não terá muito o que fazer depois que uma parte expressiva da computação corporativa migrar dos data centers privados para o ‘cloud’. Unidades de negócio e até funcionários individuais poderão controlar o processamento de informação diretamente, sem necessidade de legiões de técnicos." O raciocínio de Carr é que as empresas de utility computing substituirão os departamentos de TI corporativos, assim como as estações de força geridas por fabricantes foram substituídas por companhias de energia elétrica nos primórdios do século 20. Antigamente, as fábricas tinham suas próprias estações de energia, explica Carr. Mas começaram a terceirizar esta função crítica à medida em que as companhias de energia elétrica se tornavam mais confiáveis e ofereciam melhor economia de escala. Carr prevê mudança idêntica com utility computing. Ele admite que as empresas de utility computing precisam promover melhorias em segurança, confiabilidade e eficiência. Mas argumenta que a internet, aliada a hardware e software commoditizados, permitirá que o modelo de utility computing substitua o modelo cliente/servidor de hoje. "Sempre se soube que, teoricamente, a potência de computação, assim como a energia elétrica, podia ser fornecida através de um grid de utilities em larga escala — e que tais dínamos centralizados poderiam operar com eficiência e flexibilidade muito superiores às dos data centers privados dispersos", escreve Carr. Carr cita vários indutores da migração para utility computing. Um deles é que os computadores, os sistemas de armazenamento, o equipamento de rede e as aplicações mais amplamente utilizadas tornaram-se commodities. Ele diz que até os profissionais de TI das empresas estão indistinguíveis. "A maioria executa tarefas rotineiras de manutenção — exatamente as mesmas tarefas que seus pares executam em outras empresas." Carr aponta que a maior parte dos data centers tem excesso de capacidade, com a utilização variando de 25% a 50%. Outra mola propulsora da utility computing é o grande consumo de energia nos data centers, que chega a ser 100 vezes superior ao de outros prédios de escritórios comerciais. "A replicação de dezenas de milhares de data centers independentes, todos utilizando hardware similar, rodando software similar e empregando funcionários similares, impôs severas penalidades à economia", observa Carr. "Levou à sobreposição de ativos de TI em cada setor da economia, reduzindo os ganhos de produtividade que podem advir da automação de computadores." Carr classifica o Google como líder em utility computing. O Google comanda os maiores e mais sofisticados data centers do planeta e os utiliza para fornecer serviços como o Google Apps, que competem diretamente com software cliente/servidor tradicional de fornecedores como a Microsoft. "Se as empresas puderem se apoiar em estações centrais como as do Google para satisfazer todos ou quase todos os seus requisitos de computação, reduzirão os gastos com seus próprios hardware e software. Todo o dinheiro economizado iria para os cofres da Microsoft e de outros gigantes da tecnologia." Outras empresas de TI que Carr destaca no livro por suas abordagens inovadoras de utility computing são: Salesforce.com, que disponibiliza software CRM como um serviço; Amazon, que oferece os Storage Solution Services (S3) e Elastic Compute Cloud (EC2) com seu excedente de capacidade; Savvis, líder em automação de implementações de TI; e 3Tera, que vende o software AppLogic para automatizar a criação e o gerenciamento de sistemas corporativos complexos. Carr ressalta que muitas empresas de software e hardware líderes — Microsoft, Oracle, SAP, IBM, HP, Sun e EMC — estão adaptando seus produtos cliente/servidor para utility. "Algumas empresas conservadoras terão êxito ao mudar para o novo modelo de computação, outras vão fracassar", escreve Carr. "Mas todas elas deveriam analisar os exemplos da General Electric e Westinghouse. Cem anos atrás, ambas ganhavam muito dinheiro vendendo componentes e sistemas de geração de eletricidade para empresas individuais. Esta atividade se extinguiu quando as grandes empresas de serviços públicos assumiram o fornecimento de energia. Mas a GE e a Westinghouse conseguiram se reinventar." Carr sinaliza um futuro mais sombrio para os profissionais de TI. Na era da utility computing vislumbrada por ele, "gerenciar uma operação de computação corporativa inteira exigirá apenas um indivíduo sentado diante de um PC, acionando comandos simples via internet para uma utility distante". Ele se refere não só à extinção do PC, que será peça de museu dentro de 20 anos, mas também do programador de software, cuja época chegou ao fim. Carr dá vários exemplos de empresas de internet bem-sucedidas, como YouTube, Craigslist, Skype e Plenty of Fish, que conduzem suas operações com uma equipe de profissionais de TI mínima. O YouTube só tinha 60 funcionários quando foi comprado pelo Google em 2006 por 1,65 bilhão de dólares. O Craigslist tem 22 funcionários para um web site com bilhões de páginas de conteúdo. O Skype, fornecedor de telefonia baseada na internet, suporta 53 milhões de clientes com apenas 200 funcionários. O site de namoro Plenty of Fish é uma instalação de um homem só. "Dadas as vantagens econômicas das empresas online — vantagens estas que vão crescer à medida que a utility computing amadurecer e os custos de processamento e comunicação de dados baixarem ainda mais — as empresas tradicionais talvez não tenham outra escolha a não ser reformular seu próprio negócio nos mesmos moldes, despedindo milhões de funcionários neste processo", diz Carr. Para Carr, os profissionais de TI não serão os únicos a desaparecer. Ele reserva suas previsões mais medonhas para os jornalistas. "Com a comercialização crescente do conteúdo gerado por usuários, provavelmente a ameaça maior oriunda da produção social não terá como alvo as grandes corporações, mas profissionais individuais: jornalistas, editores, fotógrafos, analistas, bibliotecários e outros profissionais da informação poderão ser substituídos por... pessoas que não estão na folha de pagamentos." O argumento de Carr sobre o futuro da utility computing é lógico e bem escrito. Ele faz uma comparação sólida entre a evolução das companhias de energia elétrica do início do século 20 e a evolução da utility computing que está acontecendo hoje. Os últimos capítulos do livro de Carr, que abordam o futuro da inteligência artificial e as muitas desvantagens da internet, mostram-se menos essenciais à argumentação sobre utility computing. E sua discussão sobre a ligação direta entre o cérebro e a internet preconizada pelo Google é um tanto forçada. Apesar de tudo, "The Big Switch" é leitura recomendada para qualquer profissional de TI promissor que busca construir uma carreira fornecendo serviços de computação a corporações. Se as previsões de Carr se concretizarem, sólidas habilidades técnicas continuarão sendo valorizadas por fornecedores de serviços. []s Ubirajara Maia de Oliveira 1月2日 Retrospectiva 200726/12/2007 - 08h14
Veja os principais fatos ocorridos na tecnologia em 2007Publicidade da Folha Online
Grandes lançamentos, coqueluches e casos bizarros arremataram o mundo da tecnologia em 2007. Seja no Brasil, onde o YouTube foi bloqueado e a TV digital inaugurada para ninguém, seja nos EUA, onde a iPhone virou evento para quase 1,5 milhão de compradores. Seja no Japão, de onde o Wii subjugou os outros consoles para revolucionar o mercado de games do resto do mundo, ou na Alemanha, palco da maior feira de tecnologia do planeta, com câmeras dentro de colares e TV dentro de qualquer celular. Confira a retrospectiva com os principais acontecimentos deste ano:
21 de dezembro Ibope mostrou que o Brasil já tinha 21,5 milhões de internautas residenciais ativos --aqueles que acessam a web ao menos uma vez por mês-- em novembro. O aumento foi de quase 50% em relação a 2006. O total de pessoas com acesso residencial à internet --mas que não necessariamente utilizam a rede todo mês-- foi de 32,1 milhões no período. 19 de dezembro A Positivo Informática ofereceu o menor preço para o laptop popular que será distribuído pelo governo. O pregão para a compra de 150 mil laptops para escolas públicas do país teve, até o final do ano, o preço mínimo de US$ 361 (cerca de R$ 654,5) por unidade. Alunos e professores de até 300 escolas deverão receber um computador a partir de 2008. O brasileiro assumiu o Orkut como instrumento mais importante em seu dia-a-dia virtual em 2007. O internauta ".br" passou em média cinco horas na rede social do Google e só uma hora e 40 minutos para mandar e ler e-mails por mês. Ou seja, gastou três vezes mais tempo no Orkut. 14 de dezembro O site de relacionamentos MySpace fez seu lançamento oficial no Brasil com a promessa de ser "amigo" da Justiça brasileira --numa clara alusão ao Orkut, seu concorrente. 5 de dezembro O curta-metragem brasileiro "Laços (Ties)" venceu o concurso promovido pelo YouTube. Participaram do concurso, iniciado em outubro, produções de Estados Unidos, Brasil, Canadá, França, Itália, Espanha e Reino Unido.
2 de dezembro Sem interatividade, cara e problemática, a TV digital debutou oficialmente no país. A estréia aconteceu na Sala São Paulo (confira os bastidores da festa) e contou com a promessa de R$ 1 bilhão do governo para baratear os conversores. 20 de novembro Jeff Bezos, fundador do site de varejo na internet Amazon, apresentou o leitor de livros eletrônico Kindle, que foi chamado por alguns analistas de "iPod dos livros". 5 de novembro O Google confirmou que está desenvolvendo um pacote de aplicativos grátis para celular. O anúncio põe fim a meses de especulação a respeito dos planos da empresa para a área de telefonia móvel. 1º de novembro Um grupo de piratas virtuais assustou a Rede Globo ao fazer ameaças de invasão a seu site. O "Elite Top Team" invadiu as páginas do SBT e da Record durante o ano. A Globo disse que não divulgaria suas eventuais "medidas especiais" para barrar os invasores
29 de outubro O programador brasileiro Ewerton C.R., 33, foi preso pela polícia espanhola, em Barcelona, acusado de tentar dar um golpe pela internet de cerca de R$ 2 milhões no jogador Ronaldinho por meio de sua família. 26 de outubro Apple lançou o Leopard, a nova versão de seu sistema operacional Mac OS, com seis meses de atraso em relação a seu calendário oficial. O Leopard chegou com 300 novas funções, como Time Machine, um sistema de cópias automáticas de segurança, permitindo recuperar documentos perdidos. * Apenas dois municípios brasileiros não contam com computadores na administração, mas só 48,1% declaram ter um site oficial para a prefeitura. Foi o que indicou a pesquisa "Perfil dos Municípios Brasileiros 2006", feita pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em todas as cidades do país. 22 de outubro Microsoft finalmente aceitou mudar sua postura no mercado e pagar uma multa de 497 milhões de euros (cerca de R$ 1,3 bilhão) à Comissão Européia. Companhia disse que tomaria medidas para abandonar posturas abusivas e anticompetitivas.
20 de outubro O TSE informou que um sistema biométrico já será capaz de identificar parte do eleitorado por meio das digitais dos dedos polegar e indicador nas eleições municipais 2008. 18 de outubro A versão 7.10 do Ubuntu, sistema operacional gratuito baseado em Linux, foi lançada e se mostrou mais fácil de ser instalada em uma máquina que possua tanto Windows Vista quanto XP. 16 de outubro A multinacional de informática Cisco, 18ª marca mais valiosa do mundo, foi apontada pela PF como suspeita de fazer parte de um esquema de fraudes de importação. O presidente da Cisco no Brasil, Pedro Ripper, dois executivos da empresa e ao menos outras 14 pessoas foram presas em São Paulo durante a Operação Persona. 10 de outubro Claro lançou um serviço pago de pegadinhas. Bastava mandar um torpedo para a operadora, ao custo de R$ 0,95, e informar o alvo do trote. "Gringo", "Gay", "Surdo", "Mecânico", "Folgado" e "Argentino" eram alguns dos 25 personagens pré-gravados da Claro. Após reportagem da Folha Online, a operadora desistiu de lucrar com trotes.
4 de outubro Norte-americana Jammie Thomas, mãe solteira de dois filhos, foi condenada a pagar US$ 222 mil (mais de R$ 400 mil) a seis empresas da indústria fonográfica. Ela foi acusada pelas gigantes da música de fazer download ilegal de suas obras, protegidas por direitos autorais. * Brasil continuou a ser o lugar mais caro do mundo para se comprar um iPod. Uma pesquisa mostrou que os brasileiros são os consumidores que pagam mais caro pelo aparelho Nano de quatro gigabytes, desembolsando US$ 369,61. * Uma semana antes de o YouTube comemorar um ano desde sua compra pelo Google por US$ 1,65 bilhão, a Folha Online falou com dez celebridades sobre sua relação com o site. 3 de outubro A Microsoft exibiu três novos modelos do Zune, que tentaram, sem sucesso, rivalizar com o iPod no mercado de players digitais. Os aparelhos começaram a oferecer memória de quatro, oito e 80 gigabytes.
1º de outubro A Sony anunciou um aparelho de TV ultrafino com tela de três milímetros de espessura. O televisor foi apresentado como o primeiro do mundo baseado na tecnologia OLED (diodo orgânico emissor de luz). 25 de setembro Começou a ser vendido Halo 3, jogo para Xbox 360 que a Microsoft tentou transformar no maior lançamento da indústria do entretenimento do ano. Após três anos em desenvolvimento pela produtora Bungie, Halo 3 chegou com novidades, como armas inéditas. 10 de setembro A Apple informou, no ápice da iPhonemania, que as vendas de seu mais requisitado produto chegaram à casa do milhão 74 dias após o lançamento. 29 de agosto Disponível no mercado desde novembro de 2006, o console Wii, da Nintendo, acumulava em agosto 10 milhões de unidades vendidas. Durante o ano, massacrou PS3 e Xbox 360. O maior adversário do videogame da Nintendo foi mesmo seu próprio sucesso: mais barato que os concorrentes, o aparelho não parou nas prateleiras.
26 de agosto Cresce buchicho sobre o I-doser, site que promete simular efeitos de drogas e gerar vários tipos de sensações por meio de sons. A moda não pegou e o brinquedo acabou sendo acusado por especialistas de "propaganda enganosa". 22 de agosto Sharp garantiu ter desenvolvido o mais fino e leve televisor com tela de cristal líquido (LCD) do mundo. O modelo LCD tem 52 polegadas, com espessura de 20 milímetros em seu "display" e peso de 25 quilos. 20 de agosto Internautas pegam tilts e chamam de arte. Fazem assim a "glitch art". Embuste para alguns, vanguarda para outros, o termo designa obras audiovisuais alteradas em seu código-fonte (conjunto de letras e números que fazem o software rodar). 7 de agosto Apple mostrou a nova linha do iMac, feita de vidro e alumínio, com telas de 20 e 24 polegadas. O design do novo iMac se mostrou bem mais fino. 17 de julho Graças a um leitor portátil, inventado por um francês, deficientes visuais conseguiram traduzir um texto para o braile de forma instantânea. Aparelho tem tamanho de um mouse de computador, pesa 120 gramas e cabe na palma da mão
29 de junho O iPhone chega às prateleiras dos EUA com histeria. Aparelho fabricado pela Apple já era chamado de revolucionário antes mesmo de ser vendido. A revista "Time" o elegeu depois como "invenção do ano". A compra do aparelho vem junto com a obrigação de assinar um contrato com a operadora de telefonia AT&T, o que originou o surgimento de desbloqueadores de iPhone. No Natal, virou hit das galerias de eletrônicos de São Paulo. 23 de junho Second Life completou quatro anos. Começa a murchar a bolha do mundo virtual da Linden Lab, cuja moda começou no final de 2006. O público efetivo não cresceu como era esperado. Grande parte do conteúdo ficou marcado pelo caráter sexual, controle frágil de propriedade intelectual e falta de segurança. Empresas que investiram na brincadeira saem da empreitada de fininho. 19 de junho O maior site de compartilhamento de vídeos começou a falar português. O Brasil ganhou, na abertura do site, um vídeo de uma mulher branca vestida de índia, ao som de tambores e cuícas. Percebemos que os mais vistos do YouTube no Brasil são programas que já passam na TV aberta.
12 de junho Site de compartilhamento de fotos Flickr, do Yahoo!, disponibilizou seus serviços em português. Em junho, o portal já contava com cerca de 335 mil visitantes únicos só do Brasil. 1º de maio YouTube, eBay e David Bowie venceram o Webby Awards 2007, também conhecido como o "Oscar da internet", anunciados em Nova York. 24 de abril A rede social Tagged atinge o ápice de sua audiência utilizando estratégias dignas de uma praga virtual. Sua expansão se deu por meio de um poderoso e incômodo instrumento de agregar usuários: o spam. 4 de abril O miniblog Twitter conseguiu, em sete meses de existência, superar os 100 mil usuários. O site se mostrou uma maneira simples e efetiva de atingir grandes audiências na internet por meio de mensagens curtas, que podem ser transmitidas por celular. 30 de março A Icann, organização que administra os endereços de internet, rejeitou proposta para a criação do domínio ".xxx" para sites de conteúdo pornográfico.
14 de março A maior feira do mundo de informática reuniu, na Alemanha, cerca de 380 mil visitantes. Foram sete dias de lançamentos da alta tecnologia apresentados na cidade de Hannover --predominaram os celulares com TV. A Folha Online acompanhou os sete dias do megaevento e também revelou seus bastidores. 5 de março Internautas famosos e anônimos usaram a enciclopédia colaborativa Wikipédia para escrever sobre a própria vida. Revoltados, usuários do serviço vandalizaram o perfil dos suspeitos de afagar o próprio ego com a ferramenta. 15 de fevereiro Flagras de nudez feitos pelos mapas do Google Earth caíram na internet. Para especialistas, o Google violou a privacidade ao veicular este tipo de conteúdo. 7 de fevereiro
O site da revista "Wired" --a mais "chupinhada" no ramo da tecnologia-- repercute uma reportagem da Folha Online sobre prostitutas que usam iPod para se promover ("Brazil prostitutes like the iPod"). Para ilustrar o texto, usam uma foto de Daniella Cicarelli. Após ser avisado sobre a gafe, o site retirou a imagem do ar. O editor desculpou-se pela "piada inapropriada" e por qualquer dedução indevida. 1º de fevereiro Apple lançou uma nova linha de iPods. Os players de música digital do tipo shuffle --parecido com um clipe de lapela-- ficaram disponíveis em cinco cores (azul, rosa, verde, laranja e prateado). 30 de janeiro Microsoft lançou em todo o mundo o seu novo sistema operacional, o Windows Vista. O pacote custa de R$ 499 a R$ 989, dependendo da versão. A empresa o anunciou como o mais seguro de todos os tempos, mas foram só dois meses entre o lançamento e a descoberta de um programa eficaz para engabelar o mecanismo antipirataria do sistema. 27 de janeiro Bradesco, Itaú e Unibanco, os três maiores bancos privados do Brasil, revelaram que testavam ou já estavam implementando sistemas de segurança biométrica. O correntista do Bradesco já podia usar as veias da própria mão para comprovar sua identidade.
16 de janeiro Fundadores do Skype lançaram o Joost, um serviço mundial de televisão via banda larga. 8 de janeiro Modelo Daniella Cicarelli bloqueou o YouTube para aproximadamente 5,5 milhões de internautas. O caso eclodiu após um vídeo em que ela aparece em cenas íntimas com o ex-namorado numa praia pública cair na internet. A apresentadora entrou com processo judicial contra os sites que divulgaram as imagens. Após virar alvo de protestos, a modelo pediu desculpas aos internautas. []s Ubirajara Maia de Oliveira |
|
|